Red Bull admite surpresa com vantagem na F1 em 2022: “Superou sonhos mais insanos”

Christian Horner disse que nunca esperaria ver a Red Bull chegar na metade de 2022 com mais de 63 pontos de vantagem no Mundial de Pilotos e 82 no de Construtores, mas vê resultado fruto de "determinação, dedicação e trabalho árduo"

Em 12 corridas disputadas até o momento, a Red Bull soma oito vitórias — sete com Max Verstappen e uma com Sergio Pérez —, um resultado que nem mesmo Christian Horner imaginou que os taurinos alcançariam depois de uma temporada acirrada em 2021. O inglês, no entanto, aproveitou para destacar o trabalho árduo que a base em Milton Keynes tem realizado desde o desfecho do título do ano passado, ainda que tenha começado a focar em 2022 depois das principais rivais.

Ao todo, Verstappen abriu para Charles Leclerc 63 pontos com a vitória no GP da França somado ao abandono do monegasco — que rodou e bateu sozinho, abrindo caminho para mais um triunfo tranquilo do #1 no ano.

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Verstappen venceu mais uma e aumentou distância na ponta (Foto: Red Bull Content Pool)

“Se tivessem me dito antes do Natal do ano passado que, após a maior mudança de regras dos últimos 40 anos e depois do esforço que fizemos no Mundial passado, teríamos agora oito vitórias, duas vitórias em sprint races e uma vantagem de 63 e 82 pontos no campeonato [de Pilotos e Construtores, respectivamente], teria superado os meus sonhos mais insanos”, admitiu Horner à versão holandesa do portal Motorsport.com.

“Isso é um indicativo da determinação, dedicação e trabalho árduo nos bastidores da fábrica. Vemos uma Ferrari muito competitiva este ano e uma Mercedes ganhando impulso. Mas quando se leva em conta que fomos a última equipe do grid a começar a focar inteiramente nesta temporada, fizemos um trabalho fenomenal”, exaltou.

Horner explicou em seguida que um dos pontos que ajudaram na performance da Red Bull vista em Paul Ricard foi uma degradação de pneus bem menor que a esperada, principalmente depois dos problemas que a equipe enfrentou na Áustria.

“Fomos para o undercut mais cedo dentro do que programamos para uma parada. Honestamente, o desgaste de pneus também foi menor que o esperado antes da corrida, quando estávamos inclinados a fazer dois pit-stops. Mas à medida que a corrida avançava, íamos cada vez mais em direção a apenas uma parada. Na volta 16, apertamos o gatilho, pois vimos que poderíamos deixar Max com pista livre”, continuou o dirigente.

“Meia volta depois, ele [Verstappen] tinha a posição na pista e, a partir daí, foi cuidar dos pneus. Duas voltas depois, Charles abandonou e todos conseguiram um pit-stop gratuito sob safety-car. Tivemos a sorte de ter liderança suficiente para os dois carros da Mercedes”, concluiu Horner.

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