Consórcio entre dono do Miami Dolphins e fundo do Catar está perto de acordo para comprar F1, diz jornal

A união entre o empresário Stephen Ross e um fundo do Catar é quem está por trás da aquisição da maioria das ações da F1, segundo com o 'Financial Times'. O preço do acordo é enorme: R$ 33 bilhões

Stephen Ross, dono do Miami Dolphins (Foto: Getty Images)

É o consórcio catari-americano que está por trás da aquisição da maioria das ações da F1 — e muito próximo de fechar acordo. O jornal 'Financial Times' revelou nesta quinta-feira (8) que a junção entre o QSI (Qatar Sports Investiments) e o empresário Stephen Ross — dono do Miami Dolphins, da NFL, e cabeça do projeto — já selou um "aperto de mão" com o grupo CVC, que hoje controla a categoria com 35,5% dos papéis totais.

O 'FI' citou duas fontes próximas ao negócio, sendo que uma mencionou que "o negócio caminha muito bem". Espera-se que o acordo seja selado em um prazo de 30 dias. Dias atrás, Bernie Ecclestone havia confirmado que a F1 teria novos donos ainda neste ano. Procuradas, as partes se recusaram a comentar a informação. Os preços são altíssimos: US$ 8,5 bilhões, algo em torno de R$ 33 bilhões na cotação de hoje.

Na semana passada, Ecclestone e Ross se encontraram em Londres no jogo que a NFL realizou em Wembley, justamente entre o Dolphins e o NJ Nets. Bernie, 84, desconversou quando indagado e disse que apenas falaram "sobre o futebol americano". Na sequência, disse que "gostaria de tê-lo entre nós", referindo-se ao bilionário empresário.

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Ecclestone estuda vender os 5% que tem para Ross, segundo o 'Financial Times', e permaneceria com 8,5% da Bambino Holdings, empresa que também controla. O laço entre as partes significaria uma mudança na acionista, mas não no homem que toca os negócios. Sim, Bernie seguiria como homem-forte da F1.

Ross tem interesse em expandir o esporte tanto nos EUA quanto na China. A outra parte do consórcio, o QSI, é um fundo 100% privado fundado em 2005 ligado ao fundo soberano do Catar (Qatar Investment Authority). De acordo com o SWFI (Sovereign Wealth Funds Institute), o QIA tem um total de US$ 256 bilhões em ativos — cerca de R$ 1 trilhão. Que, naturalmente, levaria a F1 ao país asiático.

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A F1 está perto de ser vendida para o dono do Miami Dolphins….

Posted by Grande Prêmio on Quinta, 8 de outubro de 2015

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