Diretor da McLaren fala em trazer suspensão ativa de volta para acabar com debate sobre legalidade de novo sistema

A suspensão ativa, aquela que tanto ajudou a Williams em 1992 e 1993, é apontada por Éric Boullier como solução para os debates sobre legalidade das suspensões da F1. As discussões ganharam força após uma denúncia da Ferrari sobre ilegalidade um sistema de suspensão desenvolvido pela Mercedes

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O primeiro grande debate da F1 em 2016 é sobre a legalidade de um sistema de suspensão desenvolvido pela Mercedes e copiado por outras equipes em carro de 2017. A Ferrari acompanha a situação e, acreditando que o novo conceito é ilegal, considera trazer a FIA para o debate. A cúpula da McLaren, por sua vez, fala em diminuir as limitações que o regulamento impõe sobre os carros – talvez até possibilitando o retorno da suspensão ativa, banida da F1 desde 1993.
 
“A suspensão é um tópico engraçado. Um dia a gente deveria parar e copiar os carros de rua, o que significa trazer a suspensão ativa de volta”, brincou Éric Boullier, diretor da McLaren. “Pelo menos isso encerraria o debate. Hoje tudo fica sujeito às interpretações do regulamento. Você pode desenvolver um conceito, e hoje vemos que isso pode ser interpretado de outra forma pelos outros. É por isso que a Ferrari tenta forçar sua opinião ou interpretação até ser aceita pela FIA”, seguiu.
A suspensão ativa foi uma das chaves para o sucesso da Williams nas temporadas 1992 e 1993, quando a equipe foi campeã com grande facilidade. O sistema evitava que os carros sofressem com desníveis do asfalto, trazendo uma dirigibilidade bem mais suave.
A suspensão ativa ajudou Mansell a ser campeão em 1992 (Foto: Williams)
Boullier não chega a esclarecer seu posicionamento a respeito da nova engenhoca da Mercedes. “Estamos no meio disso. Na verdade, a maior parte das equipes entrou em contato com a gente sobre esse tópico. A Ferrari tem uma interpretação diferente do que pode ser feito e eles tentam forçar sua opinião. E é óbvio que isso não agrada algumas outras equipes”, avaliou.
 
A Ferrari acredita que o conceito desenvolvido pela Mercedes remete ao FRIC, banido em 2014. Era um sistema que conectava as suspensões dianteiras e traseiras, mas que agora seria aplicado sem uma ligação direta. Outras equipes – entre elas a própria escuderia de Maranello – decidiram acompanhar as Flechas de Prata e desenvolver o mesmo conceito em seus bólidos, mesmo sem saber se vão de fato receber aval para utilizá-lo.

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