Diretor da McLaren põe 2018 como prazo final para encontrar patrocínio-máster e crê em volta por cima: “O jogo vai virar”

Zak Brown, o diretor-executivo da McLaren, afirmou que o objetivo principal da equipe inglesa é encontrar um patrocinador-máster para equilibrar as contas. O dirigente, entretanto, acha que um forte apoiador somente será encontrado para a temporada 2018

 

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Novo diretor-executivo da McLaren, Zak Brown tem apenas um objetivo claro para o futuro: encontrar um patrocinador principal para a equipe inglesa e que ajude a manter a saúde financeira de uma das marcas mais icônicas do automobilismo mundial. O dirigente acredita que será possível trabalhar em um negócio rentável, mas entende que só em 2018 a esquadra estará verdadeiramente pronta para receber um novo apoiador máster, devido ao processo lento de negociação com as empresas.

 
A McLaren é uma equipe independente, que não possui o mesmo orçamento que times de fábricas, e a chegada da Honda permitiu à escuderia ter novas formas de receitas, mas ainda não é o suficiente, segundo o executivo. E apesar da pouca competividade apresentada pela esquadra inglesa nos dois últimos anos, especialmente, Brown se disse convencido que há meios de trazer novos investidores.
 
Falando à revista britânica ‘Autocar’, o americano, que assumiu o posto de comando de Ron Dennis, entende que a McLaren ainda tem muito apelo e potencial para melhorar sua posição no grid e no mundo dos negócios. “Um acordo precisa ser feito em 2018. Não podemos esperar muito mais tempo”, disse.
Zak Brown, no novo diretor-executivo da McLaren, já foi visto nos boxes da equipe inglesa em Abu Dhabi (Foto: McLaren)

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“Honestamente, esta temporada já acabou para nós, porque é preciso trabalhar quase um ano para obter o negócio certo, para trazer uma grande empresa. Estamos trabalhando duro nisso, mas em uma visão simples pode ser que não vejamos grandes progressos em 2017. Porém, o jogo vai virar no próximo ano”, completou o norte-americano.

 
Zak ainda revelou uma visão mais ampla do que quer tornar a equipe de Woking. “A McLaren é uma marca como nenhuma outra. Tem um sentido de intemporalidade e patrimônio que talvez só a Ferrari tenha mais. Nós temos muitos recursos e vamos ajudar os nossos parceiros a desenvolver seus próprios negócios também. Não vamos nos limitar apenas a colocar adesivos em nossos carros de corrida”, explicou.
 
A McLaren perdeu a Vodafone em 2013 e, com a saída da marca de telefonia, o time também se viu sem € 69 milhões anuais – cerca de R$ 220 mi. 
 
O dirigente, entretanto, foi mais cauteloso ao falar do lado esportivo e evitou qualquer previsão demasiada otimista para este ano. “Sem dúvidas, vamos melhorar”, afirmou.

“Mas seria perigoso falar em números agora. A nossa experiência em 2016 foi encorajadora. Estamos em sexto no Mundial de Construtores, um grande avançado na comparação com a temporada desastrosa de 2015. Com mais algumas corridas no ano passado, teríamos lutado com a Williams pelo quinto lugar”, acrescentou. 

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