Diretor da McLaren vê comprometimento, mas teme que Alonso “perca emoção” por correr no fim do grid

Éric Boullier entende que Fernando Alonso não vai perder a paciência, apesar do enfado cada vez mais evidente do bicampeão do mundo com a falta de confiabilidade do pacote da McLaren Honda para 2015. O engenheiro francês sabe que tanto equipe quanto montadora precisam entregar “o que lhe fora prometido”

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Fernando Alonso já não faz mais questão de esconder toda sua frustração com o momento vivido atualmente na McLaren. O bicampeão do mundo, com contrato até 2017, espera que tudo seja melhor a partir da próxima temporada, até porque sabe que é difícil que o ano que vem lhe seja tão desfavorável. É por isso que McLaren e Honda trabalham para entregar um pacote mais competitivo ao espanhol em 2016. Tudo pelo temor de vê-lo perder a emoção pela F1 e deixar as pistas antes do fim do seu vínculo.

 
Éric Boullier revelou certo incômodo por ver Alonso mal passar do pelotão intermediário em 2015. Seu melhor resultado nesta temporada foi o quinto lugar num confuso GP da Hungria, muito pouco para quem é considerado por muitos como o piloto mais completo do grid. 
Boullier teme que Alonso perca a emoção por estar na F1 (Foto: AP)
À revista britânica ‘F1 Racing’, o engenheiro francês, diretor de corridas da McLaren, reforçou que acredita no comprometimento de Alonso com a McLaren, mas, ao mesmo tempo, teme que o piloto perca tesão pela categoria se não conseguir mais contar com um carro competitivo.
 
“Não acredito que Fernando vá perder a paciência. Ele está comprometido conosco com um contrato multianual, sem opções nem nada, essa é uma afirmação”, declarou. “O único perigo que posso ver é que ele é um competidor genuíno e, portanto, precisa da emoção da competição, de modo que fazer uma volta com um carro que não pode fazer nada melhor que um 17º lugar poderia fazê-lo perder sua emoção”, comentou.
 
“Sabe, é como uma flor que começa a murchar. A Honda está consciente disso também, de modo que eles precisam dar o que lhe foi prometido”, cobrou o diretor.
 
Alonso se mostrou muito frustrado por ter enfrentado problemas nas duas últimas provas do calendário, nos Estados Unidos e no México. Em Austin, Fernando até estava na zona de pontuação, mas perdeu potência nas últimas voltas e terminou em 11º. No México, foi pior: largou apenas por respeito aos fãs, mas recolheu para os boxes ao fim da primeira volta.
 
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