Diretor de Donington Park alega necessidade de mudanças no traçado e descarta assumir lugar de Silverstone na F1

Diretor do circuito de Donington Park, Christopher Tate descartou interesse em assumir a vaga de Silverstone no calendário da F1. Posição do dirigente, no entanto, pode cair por terra com a venda do circuito para a MSV

 

Donington Park se apressou em se afastar da linha sucessória do GP da Inglaterra de F1. Palco da corrida, Silverstone considera abrir mão da corrida, já que vê um risco “potencialmente desastroso” de cumprir o contrato atual, vigente até 2026, em sua plenitude.

 
Na semana passada, a Associação Britânica de Pilotos (BRDC), que é dona de Silverstone, avisou que considera a possibilidade de quebrar o contrato atual. Mesmo que esta seja a solução dos organizadores, a intenção é cumprir o acordo pelo menos até 2019.
Donington Park já foi palco de testes da F-E (Foto: F-E)

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O evento tem conseguido atrair bastante público – 139 mil pessoas foram até Silverstone para acompanhar os três dias do GP da Inglaterra de 2016. Mas isso não é suficiente para compensar o custo de £ 2 milhões – R$ 7,9 milhões – para receber a F1.
 
Com a ameaça de Silverstone de abandonar a F1, outros circuitos ingleses passaram a ser indicados como possíveis casas para o Mundial no Reino Unido, mas os responsáveis por Donington Park foram rápidos em dizer que não tem interesse em receber uma corrida.
 
O traçado recebeu o GP da Europa em 1993 e chegou a disputar uma vaga no calendário no fim da década passada, mas acabou preterido.
 
“Nós não temos interesse em receber monopostos modernos e de alta velocidade, porque teríamos de mudar completamente Donington Park”, disse Christopher Tate, diretor do circuito. “Nós traçamos uma meta clara de manter o traçado do circuito como ele é”, seguiu.
 
Ainda, Tate enfatizou os custos para receber uma corrida da F1, embora tenha admitido que espera que o Liberty Media promova uma mudança neste sentido.
 
“O modelo de negócios não faz sentido para ninguém e toda a confusão com o calendário tem um impacto terrível com o resto do esporte a motor”, avaliou Tate. “Esperamos que haja um modelo de negócios totalmente diferente e o Liberty tem dado todos os indícios corretos sobre eventos patrimoniais”, opinou.
 
“Eu acho que os novos donos vão entender onde fica tudo isso, porque eles são conhecedores de mídia. Não pode continuar na base em que está”, concluiu.
 
A afirmação de Tate, no entanto, pode cair por terra com uma mudança na gestão de Donington Park. Na manhã desta quinta-feira (12), a MotorSport Vision (MSV) anunciou que chegou a um acordo com Kevin Wheatcroft para assumir o controle do circuito.
 
A MSV é uma empresa privada de propriedade do ex-piloto de F1 Jonathan Palmer e de Peter Ogden, que já é proprietária e operadora dos circuitos de Brands Hatch, Outlon Park, Snetterton e Cadwell Park.
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