Ecclestone diz ser “uma pessoa emotiva”, não entende medo do paddock e garante: “Dinheiro não significa nada”

Talvez a figura mais controversa da história da F1, Bernie Ecclestone afirmou que não se importa com dinheiro e que, apesar das aparências, é uma pessoa bastante emotiva. O dirigente também sobre política internacional e disse que confia no trabalho de Donald Trump

 

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Homem forte da F1, Bernie Ecclestone garantiu que dinheiro "não significa nada" e que valoriza mais a sensação de atingir uma meta e progredir. E que são essas as razões que o motivam a seguir chefiando a maior das categorias do esporte a motor no mundo. 16ª pessoa mais rica do Reino Unido, de acordo com a revista 'Forbes', Ecclestone enriqueceu por meio do trabalho no Mundial e não tem qualquer intenção de deixar o campeonato, apesar de não saber se vai mesmo seguir no paddock, após a conclusão da compra da F1 pelo grupo Liberty Media. Ainda assim é uma das figuras mais controversas da história do esporte.

 
"Dinheiro não significa nada para mim", disse o dirigente de 86 anos em entrevista à Sky Sports F1. "Não gasto o quanto poderia. Se puder, acho que você deveria desejar algo, deveria querer conseguir algo. Quando não se quer conseguir nada, então está na hora de parar", completou.
 
"A mim me dão muito mérito por ter dito muita sorte na vida. Estou realmente satisfeito com o que diz na F1, mas não orgulhoso, porque me pagam bem para fazer um bom trabalho", acrescentou o inglês, dizendo ainda ser uma pessoa emotiva, apesar do ar sério que passa por ser o comandante da F1. E que "às vezes, chora também".
 
"Sim, sou uma pessoa emotiva. As pessoas acham estranho. Há um monte de coisas tolas que me comovem", revelou.
Bernie Ecclestone e a esposa, a brasileira Fabiana Flosi, durante a festa de premiação da FIA (Foto: FIA)

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O chefão da F1 também disse não entender a razão pela qual o paddock do Mundial o teme. "Não tenho ideia por que têm medo de mim. Mas é certo temer. Espero que as pessoas gostem do fato de que o eu digo que vou fazer, eu faço. E se alguém em faz algo de mal, eu apenas espero… E me vingo", contou.

Ecclestone também é conhecido por posições políticas controversas. Já chegou a descartar a chance de ver mulheres na F1, mas voltou atrás e até sugeriu uma categoria feminina. "Creio que as mulheres são mais competentes que os homens", afirmou.

 
“Os homens têm um ego enorme. Quando as mulheres fazem algo, fazem crendo naquilo que estão fazendo e por outras pessoas, não por si mesmas", emendou o todo poderoso da F1.
 
Outro traço da personalidade, e que já foi alvo de críticas, é sua admiração por Donald Trump, presidente eleito dos EUA, e Vladimir Putin, o chefe do executivo na Rússia. "Penso que Trump será muito bom para o mundo, não só para os EUA. Creio que vai fazer um bom trabalho e será flexível. Com a outra opção, teria sido o mesmo que temos até agora", disse Bernie, que já se reuniu com o empresário norte-americano. "Me pareceu um homem de negócios normal e de bom coração, que tenta fazer o melhor para si mesmo. É muito amigo de Flabio Briatore", seguiu, fazendo referência ao ex-chefe de Renault e Benetton na F1.
 
Por fim, o britânico reconheceu que nunca perdeu o sono por problemas envolvendo a F1 ou financeiros. "Nunca, em absoluto. Nem durante os processos na Alemanha", contou, lembrando a ação que respondeu na justiça alemã sobre a venda das ações da F1 ao grupo CVC Partners.
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