Em dia de recorde, chefe da Mercedes diz que fica emocionado com feito de Hamilton

Toto Wolff não escondeu que ficou emocionado após Hamilton igualar, no GP de Eifel, em Nürburgring, as 91 vitórias de Schumacher na Fórmula 1

A Mercedes passou os últimos anos na trilha histórica de domínio que a Ferrari traçou no começo dos anos 2000, mas, no GP de Eifel deste domingo (11), foi a vez de Lewis Hamilton alcançar o número individual mais impressionante de todos: as 91 vitórias de Michael Schumacher. E Toto Wolff ficou emocionado.

O chefe da Mercedes admitiu a emoção e fez questão de elogiar Schumacher – segundo ele, o maior ícone da F1.

“É um momento de emoção. Não pensamos muito no recorde. Michael sempre estará destacado como o piloto mais icônico”, disse o chefe.

“Lembro do tempo em que a Ferrari ganhava todos os campeonatos e, agora, podemos alcançá-los enquanto time. Ver Lewis empatar com esse recorde me deixa muito emotivo”, afirmou.

Wolff também elogiou a participação de Valtteri Bottas na prova. O finlandês largou muito bem, dividindo e vencendo a segunda curva contra Hamilton. O chefe crê que Valtteri ganharia a prova não fosse pelo problema de motor que forçou o abandono após voltas de pouca potência.

“Aquela curva me lembrou muito de Nico [Rosberg] e Lewis no Bahrein e, sim, foi ótimo. Eles se enfretaram, mas conhecem os limites. Valtteri, num estilo de rali, continuou acelerando e segurou a posição. Lewis teve que frear. Freou tarde e o carro sacudiu, por isso que acabou empurrando Valtteri”, explicou.

Lewis Hamilton exibe o capacete de Michael Schumacher após a 91ª vitória (Foto: AFP)

“Não acho que foi muito diferente [o desgaste do pneu], os dois carros tiveram desgaste. Se analisar as primeiras voltas de Valtteri, dá para ver que ele teve um ritmo incrível e estava alguns segundos à frente após três voltas. Talvez por isso os pneus tenham sofrido um pouco mais, mas ele não reclamou muito. Duas paradas para ele seria a fórmula vencedora. Nessas condições de frio, Valtteri é bastante bom”, apontou.

Wolff ainda admitiu preocupação com o problema no motor. Em especial pelo fato de ser uma unidade de força nova, que estreava em Nürburgring.

“É uma preocupação, porque não conhecemos a causa [do problema] ainda e temos novas unidades de força que estreamos nessa semana. Precisamos avaliar de onde veio isso. O grupo da fábrica dos motores é fantástico e vai até o limite sempre, então essas coisas acontecem”, finalizou.

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