Equipes do grid recusam proposta da Liberty Media para aquisição de ações da F1. Ao menos por enquanto

A Liberty Media, que está em processo para finalizar a compra da F1, ofereceu às equipes a chance de adquirir ações da categoria, mas os times recusaram a oferta, especialmente porque a proposta não incluir o direito a voto

 

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “2258117790”;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 600;

As equipes do grid da F1 recusaram uma oferta da Liberty Media para a aquisição de ações da categoria, ao menos por enquanto. Nesta quarta-feira (18), a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) aprovou por unanimidade a venda da F1 para o grupo norte-americano, que deve fechar o negócio até o fim deste mês.

 
Os representantes do Liberty Media fizeram uma apresentação de seus planos e intenções, o que terminou por ser convincente o bastante. Foi apenas na última terça-feira que os acionistas do Liberty aprovaram os planos finais do processo de tomada de controle da F1, iniciado em setembro do ano passado. 
 
Logo horas depois, a FIA teve uma chance de analisar em primeira mão. Os membros do conselho assistiram à apresentação e fizeram algumas perguntas sobre as implicações da tomada de 100% da Delta Topco – companhia-mãe da F1 – por parte do Liberty. Após isso, os membros do conselho puderam votar sobre se aprovavam ou não a venda. A aprovação foi feita por unanimidade.
Liberty Media, a nova dona da F1 (Foto: Reprodução)

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

window._ttf = window._ttf || [];
_ttf.push({
pid : 53280
,lang : “pt”
,slot : ‘.mhv-noticia .mhv-texto > div’
,format : “inread”
,minSlot : 1
,components : { mute: {delay :3}, skip: {delay :3} }
});

(function (d) {
var js, s = d.getElementsByTagName(‘script’)[0];
js = d.createElement(‘script’);
js.async = true;
js.src = ‘//cdn.teads.tv/media/format.js’;
s.parentNode.insertBefore(js, s);
})(window.document);
Mais tarde, e uma tentativa de fornecer aos times estabilidade e interesse quanto ao futuro, a Liberty ofereceu até 20% dos direitos comerciais da F1 para as equipes em condições favoráveis, embora a participação não inclua o direito de voto. E foi isso que determinou a negativa dos times.

 
"Sinceramente, não sei se devo comprar ações", reconheceu Dietrich Mateschitz, o proprietário da Red Bull e da Toro Rosso, ao jornal austríaco 'Salzburger Nachrichten'.
 
De acordo com a revista alemã 'Auto Motor und Sport', as equipes da F1 mostraram "pouco interesse" em adquirir participação. O assunto foi amplamente discutido em uma reunião do Grupo de Estratégia e da Comissão de F1 em Genebra, na Suíça. "Sem influência na direção futura e no marketing da F1, comprar ações não é muito atraente para nós", disse uma fonte de uma das principais equipes à publicação alemã.
fechar

function crt(t){for(var e=document.getElementById(“crt_ftr”).children,n=0;n80?c:void 0}function rs(t){t++,450>t&&setTimeout(function(){var e=crt(“cto_ifr”);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(“px”)<0?n+="px":n,cc.style.display="",s2.width=n,window.frameElement&&(s1.height=c2.offsetHeight+5+"px"),t=500,s1.width="100%"}rs(t)},200)}var c1=window.frameElement?window.frameElement:document.getElementById("crt_ftr"),c2=document.getElementById("crt_ftr"),s1=c1.style;s1.position="fixed",s1.bottom="-4px",s1.left="0px",window.frameElement&&(s1.height="0"),c2.style.textAlign="center",s1.zIndex="60000";var cc=document.getElementById("crt_cls"),s2=cc.parentNode.style;cc.onclick=function(){s1.display="none"};var t=0;rs(0);

var zoneid = (parent.window.top.innerWidth < 970) ? 302357 : 302359;
document.MAX_ct0 = '';
var m3_u = (location.protocol == 'https:' ? 'https://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?' : 'http://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?');
var m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);
document.write("”);

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube