F1 estuda introduzir motor V6 biturbo, mas sem sistema MGU-H a partir da temporada 2021, revela revista

Durante a reunião em Paris na semana passada, a F1 discutiu a introdução de um novo motor a partir de 2021 e, segundo a revista alemã 'Auto Motor und Sport', a ideia é adotar uma unidade de potência híbrida V6 biturbo, mas sem a utilização do sistema MGU-H - bateria que armazena a energia da turbina

 

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A F1 deu o pontapé inicial na última sexta-feira (31), em Paris, nas discussões sobre a adoção de um novo motor a partir da temporada 2021. O atual acordo entre FIA (Federação Internacional de Automobilismo), FOM (Formula One Management) e equipes estabelece que a atual unidade de potência V6 híbrida permaneça até 2020. Depois disso, já se pensa em uma alteração, visando tornar o esporte mais atraente, mas sem um aumento significativo de custos. 

 
O encontro na capital francesa contou com a presença da entidade-mor do automobilismo mundial, a detentora dos direitos comerciais, Ross Brawn, representando o Liberty Media, e as quatro fabricantes atuais — Ferrari, Mercedes, Honda e Renault —, além da Alfa Romeo, Audi e Ilmor — essas últimas foram convidadas pelo órgão regulador do esporte.
 
Todas as partes concordaram que o objetivo com as mudanças é reduzir os custos dos motores, melhorar o som e se livrar de tecnologias caras e complexas, tal como o MGU-H — a bateria que armazena a energia produzida pela turbina.
Traseira do carro da McLaren (Foto: McLaren)

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E segundo matéria da revista alemã 'Auto Motor und Sport', uma ideia que surgiu no encontro e que ganhou força diz respeito à introdução de uma unidade de potência V6 híbrida biturbo – mantendo, então, a base atual. Só que, como forma de aumentar o barulho, se descartaria o MGU-H, deixando apenas o MGU-K – a bateria que reaproveita a energia produzida nas frenagens.

 
De acordo com a publicação, Brawn foi um dos promotores da ideia, acrescentando que, antes de a F1 investir em um carro com conceito mais sustentável, era preciso refletir sobre os motores. Um dos pontos principais de discussão durante a reunião foi entender até que ponto um motor da F1 deve realmente estar ligado à tecnologia que se transfere aos carros de rua.
 
O novo diretor-esportivo do Mundial justificou a intenção de utilizar um motor menos produtivo para o mercado, afirmando que o conceito da F1 é um pouco diferente, porque há uma configuração aerodinâmica única e pneus maiores. 
 
Outro ponto da conversa também foi quanto ao número de unidades que serão permitidas por temporada. Atualmente, o regulamento fala em quaro motores, mas esse número será reduzido para apenas três em 2018. No entanto, há alertas, especialmente vindos da Honda, de que essa regra vai apenas resultar em um grande aumento nos custos. 
 
A possibilidade de padronizar a bateria e as unidades de potência, como forma de reduzir os gastos, também foi discutida, mas os fabricantes não se mostraram dispostos a seguir em frente. 
 
Em um comunicado dirigido à imprensa, a FIA afirmou que “a reunião resultou em um amplo acordo para a evolução futura das unidades de potência da F1, com as todas as partes alinhadas com foco: no desejo de manter a F1 como auge da tecnologia nos esportes motorizados e como um laboratório para o desenvolvimento de tecnologia relevante para os carros de rua; no esforço para que as futuras unidades de potência sejam potentes, tornando-se mais simples e menos dispendiosas; em melhorar o som das unidades de potência; e no desejo de permitir que os pilotos forcem o tempo todo”.
 
O GP da China, o segundo do campeonato, acontece neste fim de semana, e o GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades em Xangai AO VIVO e em TEMPO REAL.
 
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