Alonso diz que Ferrari “deu sorte” em Baku e projeta: “Em Miami será diferente”
Fernando Alonso disse que Ferrari teve "fim de semana perfeito" no Azerbaijão, mas espera volta por cima da Aston Martin já na próxima etapa da Fórmula 1, em Miami
Pela primeira vez na temporada, Fernando Alonso ficou de fora do pódio. No GP do Azerbaijão, realizado neste domingo (30) e que teve vitória de Sergio Pérez, da Red Bull, o piloto da Aston Martin terminou no quarto lugar, atrás da Ferrari de Charles Leclerc, e conversou com repórteres após a prova. Para ele, sobrou “sorte” para a escuderia italiana no fim de semana, mas a tendência é que as coisas mudem na semana que vem, no GP de Miami.
Em Baku, a estratégia do bicampeão mundial era clara: esperar a Ferrari apresentar seus conhecidos problemas com o aquecimento de pneus e, então, atacar. Aliado ao baixo desgaste dos compostos duros, contudo, Leclerc fez uma boa gestão da borracha, o que frustrou o plano da equipe de Silverstone de alcançar o terceiro lugar — apesar de uma forte investida do espanhol no fim da prova.
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“Eu acho que eles [Ferrari] deram sorte. O pneu duro se desgastou menos do que o esperado”, opinou. “Nós colocamos os duros na entrada do safety-car, e eram 38 voltas até o fim. Eles aguentaram bem. Depois, o céu ficou nublado e a temperatura da pista caiu”, avaliou Alonso.
“Com os médios, a Ferrari teve bastante desgaste no primeiro stint. Então, em uma corrida mais quente, acho que teriam tido mais problemas. Hoje eles se deram bem, mas em Miami será diferente”, continuou. “O resumo do fim de semana é que a Aston Martin sofreu com os problemas no DRS e nos ajustes do carro. Não fomos os mais velozes em nenhuma das sessões, mas, ainda assim, ficamos a apenas 1s do pódio. A Ferrari teve um fim de semana perfeito”, analisou.
Por fim, Alonso ressaltou que, apesar dos ótimos resultados neste início de 2023, a operação da Aston Martin ainda não possui o mesmo tamanho de Red Bull, Mercedes e Ferrari, por exemplo. De acordo com o asturiano, o trabalho tem sido árduo na equipe para alcançar o ritmo surpreendente deste ano.
“Estamos em uma situação na qual não esperávamos estar e temos várias pessoas talentosas na fábrica, mas ainda somos menores do que o resto [dos adversários]. O trabalho que todos têm feito é extraordinário”, finalizou.
Vindo de três terceiros lugares conquistados seguidamente, Alonso é justamente o terceiro colocado do Mundial de Pilotos. O piloto de 41 anos soma 60 pontos após quatro GPs, 33 tentos atrás de Max Verstappen, que lidera a tabela. A Aston Martin, por outro lado, ocupa a vice-liderança do Mundial de Construtores, com 87 tentos.
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