Ferrari confirma que motor de Leclerc no GP da Hungria sofreu danos “irreparáveis”

Não há como recuperar o motor de Charles Leclerc no GP da Hungria, em que foi abalroado por Lance Stroll. O monegasco tem chances altíssimas de perder posições no grid por troca de peças

A decepção de Daniel Ricciardo com um GP da Hungria fraco (Vídeo: F1)

O GP da Hungria deixa consequências também para a sequência da temporada de Charles Leclerc. Um comunicado emitido pela Ferrari nesta terça-feira (3) confirma que o motor utilizado pelo #16 no Hungaroring sofreu danos “irreparáveis” no impacto causado por Lance Stroll na largada.

A Ferrari precisou de apenas um dia de investigações em Maranello para concluir que pelo menos algumas peças da unidade de potência chegaram ao fim da vida útil. A equipe não explicou exatamente quais componentes do motor foram afetados.

“O acidente da largada do GP da Hungria, em que Charles Leclerc foi uma vítima inocente, veio ao custo da chance de um grande resultado”, relatou a Ferrari. “Todavia, investigações feitas na SF21 #16 ontem em Maranello revelaram que, além disso, o motor sofreu danos irreparáveis e não pode ser utilizado novamente após o impacto de Lance Stroll, da Aston Martin”, seguiu.

Charles Leclerc tem um problemão para a sequência do ano (Foto: FerrarI)

“Esse é um novo golpe para a Ferrari e para o monegasco. O dano tem um impacto financeiro e esportivo. É muito provável que, com 12 corridas restando nesta temporada, a equipe seja obrigada a usar um quarto ICE, com perda de posições no grid para o Charles”, destacou, referindo-se ao motor de combustão interna.

O acidente aconteceu por um erro grave de Stroll. O canadense errou por completo o ponto de freada em condições de chuva e abalroou a traseira de Leclerc. Sem controle, o monegasco também fez Daniel Ricciardo rodar. Não fosse o incidente, Charles teria chances reais de lutar pela vitória.

Temor semelhante paira sobre a Red Bull. A equipe teme danos irreversíveis no motor de Max Verstappen, vítima de erro de Valtteri Bottas na Hungria. O motor Honda foi enviado ao Japão para análises.

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