FIA reúne montadoras e revela intenção de tornar motores da F1 mais simples, baratos e com menor confiabilidade

Às vésperas da reunião sobre os possíveis novos motores da F1 a partir de 2021, a FIA deixou claro que pretende lutar para tornar as unidades de potência mais simples e baratas, mas com menor confiabilidade. A iniciativa é uma forma também de melhorar o espetáculo

 

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A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) vai se reunir com as principais montadoras do mundo em Paris, nesta sexta-feira (31), para discutir as novas regras de motor da F1 para além da temporada 2020, em meio a um cenário em que a entidade pretende tornar as unidades mais simples, mais baratas e com menos confiabilidade. A informação está em uma reportagem do site norte-americano ‘Motorsport.com’. 

 
Atualmente, as opiniões sobre que caminho o Mundial deveria seguir com relação aos motores estão divididas, especialmente quanto ao uso das unidades híbridas. Há que defenda a volta dos motores mais barulhentos e simples também, mas FIA parece longe dessa opção. De qualquer forma, a órgão máximo do automobilismo convidou as quatro atuais fabricantes do grid, além de outras marcas, como a Audi, para avaliar os possíveis novos motores.
 
Presidente da FIA, Jean Todt indicou que a gostaria de ver a F1 embarcar em um caminho diferente, em que a tecnologia passe a ter menos importância. A medida seria uma iniciativa para melhorar o espetáculo. "Acho que os carros de hoje em dia são muito sofisticados, provavelmente construídos sob alta tecnologia, o que não é necessário para o esporte", disse o francês.
Presidente da FIA, Jean Todt visitou o paddock da F1 em Mônaco (Foto: AP)

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"É um ponto muito sensível, porque de um lado o automobilismo está evoluindo e seria muito difícil dizer que a principal categoria do esporte não está evoluindo junto. Não estou pensando em ter carros autônomos ou conectados na F1, mas esse é um cenário que as fabricantes estão enfrentando agora, com a eletrônica e os trens de força, o que é completamente diferente. Então, temos de ver como traduzir isso para o automobilismo e, claro, para a F1", explicou.

 
"No entanto, sinto que é muito caro, muito complicado e, de uma certa forma, tem ótima confiabilidade. Fiquei chocado com o que vi no primeiro dia de testes em Barcelona. Eu me lembro do meu tempo, em que conseguíamos dar umas cinco voltas, e isso já era considerado fantástico. Agora, a gente vê os carros andando 70, 80 voltas. Esses carros são construídos em laboratórios onde ninguém tem acesso", acrescentou o dirigente.
 
Outra questão que as marcas terão de decidir é com relação às partes elétricas dos motores. E Todt acha que ter uma F1 mais 'elétrica' não é caminho. "A grande limitação dos carros elétricos é a autonomia e o tempo de recarga. O melhor carro, seja lá o que disserem em termos de marketing, tem autonomia de 200 km com um tempo de recarga de seis a oito horas."
 
"Então, para mim, vejo que que há um futuro muito bom para os carros elétricos nas ruas, por isso investimos também em um campeonato de carros elétricos que é disputado dentro das cidades", emendou Todt. "Agora, estamos falando da F1, e a F1 ainda usa um motor mais convencional. Mas isso não significa que voltaremos ao que tínhamos há dez anos. Não vai acontecer", concluiu.
 
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