Force India acende sinal de alerta e diz que “as quatro próximas semanas vão definir sobrevivência” na F1

Apesar de ter sido a quarta colocada do Mundial de Construtores nos dois últimos anos, a Force India vive em constante crise financeira. Robert Fernley, chefe-adjunto do time de Silverstone, revelou que o mês de abril vai ser decisivo inclusive para seguir na F1. A equipe depende de um adiantamento da premiação paga pela FOM (Formula One Management), mas Fernley revelou que a Williams vetou a transação

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A Force India atravessa um momento financeiro delicado e que ameaça até mesmo sua permanência no grid da F1. Quem afirma é o chefe-adjunto da equipe de Silverstone, Robert Fernley. Mesmo sendo a quarta colocada do Mundial de Construtores nas duas últimas temporadas, a escuderia anglo-indiana tem o menor orçamento do grid — ao lado da Haas: ‘apenas’ R$ 445 milhões, enquanto a Mercedes tem a previsão de desembolsar R$ 1,6 bilhão em 2018.

 
Com a intenção de salvar a equipe e ter as finanças em dia para dar sequência à participação na temporada, Fernley precisa adiantar junto à FOM (Formula One Management) parte do dinheiro da premiação destinada à quarta colocada nos Construtores. No ano passado, a Force India faturou US$ 72 milhões (R$ 240 mi), valor que vai ser inferior neste ano em razão dos investimentos que o Liberty Media realizou para tornar o esporte mais popular e atraente.
 
No entanto, para que a equipe possa receber o adiantamento, é necessária a aprovação unânime das outras nove escuderias. Mas uma delas, rival direta da Force India nos últimos anos, vetou: a Williams. Por isso, o sinal de alerta está ligado em Silverstone.
A Force India está em uma corrida pela sobrevivência, alerta Bob Fernley (Foto: Force India)
“As quatro próximas semanas vão decidir se vamos sobreviver. Vou ter de levantar muito dinheiro num curto espaço de tempo”, declarou o dirigente em entrevista veiculada pela revista alemã ‘Auto Bild’. “Para isso, sempre precisamos da aprovação das outras equipes, e dessa vez a Williams impôs o veto”, revelou.
 
Enquanto não tem o apoio unânime para receber o adiantamento da premiação da F1, Fernley ‘quebra a cabeça’ para encontrar uma solução em tempo para salvar a equipe. “Eu tenho um plano que pode funcionar nas próximas duas ou três semanas”.
 
Nos últimos meses, a Force India foi alvo de rumores a respeito de uma possível venda para a Rich Energy, marca britânica de bebidas energéticas. Entretanto, logo a notícia foi desmentida pela equipe, que é de propriedade do bilionário indiano Vijay Mallya, que enfrenta problemas com a justiça do seu país. 
 

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Recentemente, a escuderia teve frustrada a tentativa de mudar de nome. A intenção era trazer mais patrocinadores internacionais ao se desvincular do nome ‘India’ na alcunha completa da equipe. Mas o projeto foi adiado pelo menos até 2019.

 
A primeira etapa da temporada 2018, o GP da Austrália, foi complicada para a Force India. Esteban Ocon e Sergio Pérez lidaram com dificuldades na classificação e não avançaram para o Q3. Ao longo da corrida em Melbourne, a dupla lutou, mas não alcançou a zona de pontuação. ‘Checo’ ficou em 11º, logo atrás da Renault de Carlos Sainz, enquanto Ocon cruzou a linha de chegada em 12º. Foi a primeira vez desde o GP de Mônaco do ano passado que a Force India encerrou uma corrida sem pontos na F1.
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