Force India vê Pérez e Ocon “maduros e inteligentes” para competir livremente: “Agora eles sabem como se comportar”

Diretor de operações da Force India, Otmar Szafnauer diz que Sergio Pérez e Esteban Ocon aprenderam com 2017 e a série de conflitos entre os dois em provas como no Azerbaijão, Hungria e Bélgica e que 2018 vai ser muito melhor internamente. O dirigente defendeu a postura da equipe em não permitir disputas entre os dois após a ‘declaração de guerra’ em Spa-Francorchamps

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Com a aposentadoria de Nico Rosberg da F1 ao fim de 2016, o posto de maior rivalidade interna no esporte mudou de boxes. Da Mercedes, toda a tensão caiu sobre a Force India, que passou a contar em 2017 com o jovem e praticamente novato Esteban Ocon, que formou dupla com o já experiente Sergio Pérez. Mas diferente do clima amistoso que havia na equipe durante a presença de Nico Hülkenberg entre 2014 e 2016, o que se viu foi um ambiente nada amistoso entre os dois pilotos, algo que se refletiu diretamente na pista com vários embates e contatos: como nas voltas finais em Montreal, durante uma relargada no GP do Azerbaijão, no início do GP da Hungria e, por duas vezes, na descida da Eau Rouge em Spa-Francorchamps.

 
Na esteira da ‘declaração de guerra’ na Bélgica, a Force India interveio e impediu que os dois lutassem diretamente por posição. Tudo para garantir o quarto lugar no Mundial de Construtores, o que acabou se confirmando pelo segundo ano consecutivo. Agora, em 2018, o dirigente Otmar Szafnauer acredita que literalmente é vida nova neste ano novo para a Force India.
Ocon e Pérez estão prontos para lutarem entre si em 2018, diz Szafnauer (Foto: Force India)
“Os dois pilotos são maduros e inteligentes o suficiente para mudar. Agora eles sabem como devem se comportar. A próxima temporada vai ser muito melhor”, opinou o diretor de operações da equipe de Silverstone em entrevista ao site norte-americano ‘Motorsport.com’.
 
O dirigente defendeu a postura da equipe ao agir para evitar mais conflitos entre seus pilotos na pista para preservar a posição no campeonato. “É algo peculiar porque você é criticado se faz algo e é criticado se não faz”, salientou.
 

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“Algumas pessoas na imprensa pensaram que tínhamos de lidar com isso. E quando começamos a agir, de repente disseram: ‘Oh, já não podem competir livremente um contra o outro’. E por que fizemos isso? Provavelmente porque éramos quarto no campeonato”, justificou Szafnauer.

 
“Em Baku perdemos muitos pontos e não queríamos que isso voltasse a acontecer. Olhando para trás como um todo, posso dizer que agimos no momento certo”, finalizou.
 
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