Russell pede que Mercedes “encontre mais pressão aerodinâmica” após Mônaco
George Russell vê necessidade da Mercedes de melhorar seu desempenho nas curvas de baixa velocidade, e também ressaltou que a equipe precisa parar de ser superada por Alpine e McLaren nas classificações
George Russell segue como o piloto mais consistente da Fórmula 1 em 2022. Nas sete corridas até aqui, o britânico terminou todas entre os cinco primeiros. Mesmo com as dificuldades da Mercedes em 2022, o ex-piloto da Williams tem conseguido superar os problemas do W13 para conquistar bons resultados. Na última prova em Mônaco, Russell terminou em quinto com um carro que não teve o mesmo bom comportamento da Espanha e que, em sua opinião, precisa melhorar nas curvas de baixa velocidade.
“Acho que só precisamos encontrar um pouco mais de pressão aerodinâmica. Nós não temos sido muito competitivos em curvas de baixa velocidade. Quando olhamos para Barcelona, nós éramos os mais rápidos nas curvas de alta velocidade e também na reta, completamente o oposto das características de Mônaco”, explicou George.
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Outro problema na visão do britânico tem sido o ritmo da Mercedes nas classificações. Em Mônaco, Russell largou em sexto, atrás do compatriota Lando Norris. A equipe alemã tem sido superada com frequência por McLaren e Alpine, ainda que acabe recuperando as posições durante as corridas.
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“Precisamos ser mais rápidos na classificação. Não podemos deixar uma Alpine ou McLaren ficar na nossa frente. Nós somos rápidos o suficiente para se recuperar na corrida, mas ainda não temos o desempenho para brigar com Ferrari e Red Bull”, disse o piloto da Mercedes.
Lewis Hamilton também tem sofrido com os problemas da Mercedes, mais ainda do que seu companheiro de equipe. O heptacampeão reclamou bastante dos quiques, que voltaram a aparecer nas ruas do Principado após uma trégua em Barcelona, e concordou com Russell: o carro precisa de mais pressão aerodinâmica.
“Eu meio que esperava. Nós não éramos rápidos em [curvas de] baixa velocidade. Na corrida foi ok, mas em uma volta não, então nós antecipamos que seria difícil. Foi pior do que esperávamos por conta dos quiques. Nós chacoalhamos muito, seja nas curvas de alta, média ou baixa. Foi bem desafiador”, afirmou Lewis.
A Mercedes parte agora para mais um desafio em circuito de rua, em Baku. O GP do Azerbaijão está marcado para este domingo (12), com cobertura completa do GRANDE PRÊMIO.
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