GP às 10: Nada garante que GP do Brasil vai voltar ao calendário da Fórmula 1 em 2021

Américo Teixeira Jr. elenca os diversos obstáculos, de caráter econômico e político, que representam entraves para que a prova volte a ser realizada no ano que vem. E lembra: os únicos fatores que vão influenciar no regresso da etapa ao calendário são financeiros e políticos

Resume-se hoje a uma folha em branco a possibilidade de o GP do Brasil de Fórmula 1 ser realizado em 2021. Em seu GP às 10 nesta quarta-feira (30), o jornalista Américo Teixeira Junior explica em detalhes como são os contratos envolvendo a prefeitura de São Paulo, a empresa promotora International Publicity e a Formula One Management, que hoje pertence ao Liberty Media Group. Revela também as circunstâncias que dificultam em muito as renovações.

O editor do Diário Motorsport, site parceiro do GRANDE PRÊMIO, elenca os diversos obstáculos, de caráter econômico e político, e faz um alerta: “Não sejamos inocentes em achar que a tradição do GP, os brasileiros campeões mundiais e a paixão do brasileiro pela Fórmula 1 entram na equação. Os únicos fatores que influenciarão na realização ou não do GP do Brasil são os financeiros e os políticos”.

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Não é provável que a Fórmula 1 volte ao Brasil em 2021 (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

Como Haas ajudou no fracasso de Grosjean e Magnussen

Lá na frente, Romain Grosjean e Kevin Magnussen não serão lá muito bem lembrados pela Fórmula 1. O francês e o dinamarquês, dispensados da Haas na semana passada, ainda antes do GP de Portugal, tiveram seus bons momentos na categoria mas, nos últimos anos, viraram motivo de chacota também por uma extrema falta de habilidade da equipe norte-americana em lidar com situações adversas de toda ordem e que assim contribuíram para o fracasso da dupla.

De batidas entre os pilotos a um midiático chefe de equipe, de erros nos pit-stops a um aparente problema crônico nos freios… Tudo contribuiu para a Haas se encontrar na decepcionante nona posição do Mundial de Construtores, com apenas três pontos (um nono lugar de Kevin e um décimo de Romain), à frente somente da Williams, que ainda não pontuou nas 12 das 17 corridas do calendário modificado pela pandemia do novo coronavírus. 

Pode ser que Grosjean, de 34 anos, e Magnussen, de 28, até voltem à Haas ou mesmo à F1. Nunca se sabe. O primeiro já deixou mais claro que deseja sair da categoria e reconheceu que a Fórmula E e o projeto da Peugeot no WEC em 2022 são caminhos atraentes; já o segundo, se limitou a dizer que está trabalhando em projetos futuros e não deu pistas sequer se ainda tentará permanecer com um lugar entre os tão cobiçados 20 carros do grid. 

No GRANDE PREMIUM, o 10+ desta semana, portanto, traz os erros da Haas que ajudaram no fracasso de Grosjean e Magnussen.

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