GP às 10: Verstappen está pronto para ser campeão, mas começa a ver tempo passar

Fernando Silva repercute declaração recente dada por Felipe Massa e entende que Max Verstappen tem totais condições de ser o próximo novo campeão da Fórmula 1. Mas o holandês precisa de um carro capaz para chegar lá. E isso passa, fundamentalmente, por 2022

Recentemente, Felipe Massa falou à emissora holandesa Ziggo Sport que Max Verstappen, mesmo ainda bastante jovem, com 23 anos, já está pronto para ser campeão do mundo na Fórmula 1. Fernando Silva, no GP às 10, repercute a declaração do brasileiro sobre aquele que desponta para ser o futuro dono do título e concorda com o piloto. Mas lembra que a situação de Max não é das mais fáceis.

O jornalista, no vídeo desta segunda-feira (9), lembra que Verstappen terá pela frente um ano decisivo para as suas pretensões. Não 2021, por conta da manutenção do regulamento e da provável sequência de Lewis Hamilton na Mercedes, com a parceria tendo totais condições de pleitear o título do ano que vem.

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A questão passa toda por 2022, ano em que a Fórmula 1 vai viver uma verdadeira revolução nos regulamentos técnico e desportivo, sobretudo com a adoção de um novo carro. Neste ano, não apenas a Red Bull, equipe de Verstappen, mas outras forças do grid como Ferrari e Renault, apostam como marco de um ponto de virada depois da hegemonia da Mercedes, que dura desde 2014, início da era híbrida.

Na visão de Silva, nem mesmo uma eventual troca de equipe, com Verstappen indo para a Mercedes, não é garantia de título no futuro, uma vez que, muito provavelmente, Toto Wolff não exerça mais a função que hoje desempenha, de chefe de equipe. Por isso, opina o jornalista, Verstappen corre o risco de, mesmo com enorme e inegável talento, ver o tempo passar sem conseguir ser coroado como campeão na Fórmula 1.

Clube das 300+

A Red Bull é uma das principais equipes dos anos recentes da Fórmula 1, mas também vai ocupando páginas importantes na história da categoria. No GP da Turquia, os austríacos chegam ao marco de 300 corridas na F1, entrando para um seleto grupo.

Ao todo, a Red Bull soma 63 vitórias, 62 poles, 67 voltas mais rápidas, 180 pódios e 17 dobradinhas nas 299 corridas que disputou com 11 pilotos diferentes. Tudo isso, é claro, além dos quatro títulos do Mundial de Pilotos e do Mundial de Construtores, todos entre 2010 e 2013.

No 10+, o GRANDE PREMIUM relembra quais as dez equipes que mais vezes participaram de corridas da F1, um grupo em que a Red Bull, 11ª colocada na lista, está cada vez mais perto de se meter, possivelmente já em 2022.

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