Grosjean fala em maldição por pit-stop na Austrália: “Ano era promissor”

Em temporada péssima e próxima do fim, Romain Grosjean citou que tudo começou a dar errado após um pit-stop ruim no GP da Austrália. Para ele, o sentimento é de confiança, apesar da possibilidade de não ser competitivo novamente em Interlagos

O ano de Romain Grosjean na Haas tem sido complicado. Sem a mesma competitividade do ano passado, o franco-suíço somou apenas 8 pontos ao longo da temporada, bem diferente de 2018, quando ele e o companheiro Kevin Magnussen colocaram a equipe norte-americana entre os cinco melhores times da F1.

Para Grosjean, a Haas vive uma maldição desde o GP da Austrália. Na opinião do #8, o pit-stop errado que forçou seu abandono está assombrando a temporada pouco competitiva dos americanos.

"Tem sido uma temporada difícil. Tínhamos um ano promissor pelos testes, fomos para Austrália e tudo estava bem até o pit-stop, e aquilo foi meio que uma maldição para a temporada. Nosso ritmo de classificação é promissor, e o de corrida é mais difícil. Estamos fazendo o nosso melhor dentro e fora da pista. Não tem muito o que fazer", disse o piloto na coletiva de imprensa do GP do Brasil, acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO.

Romain Grosjean (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

Grosjean também falou sobre uma situação parecida que passou em 2014. Na ocasião, teve um ano muito complicado na Lotus e recuperou a boa forma em 2015, com presenças no pódio. Ele tem confiança que a Haas pode dar a volta por cima.

"Tem sido uma temporada dura e obviamente, quando você vem para a corrida, lutar por uma boa posição é difícil. Eu sei que em minha carreira, 2013 foi muito bom, 2014 foi difícil e não tínhamos um bom carro, mas o time reagiu bem e 2015 foi bom de novo. 2016 tive um bom começo na Haas, 2017 foi um pouco mais complicado e 2018 foi muito bom. Tenho confiança que podemos reagir. É frustrante e meio maluco, mas sempre estou feliz de estar no Brasil. Talvez o sentimento seja diferente quando completar 71 voltas sem desafiar, mas não importa, estou feliz de correr de novo", completou.

O GRANDE PRÊMIO cobre in loco o GP do Brasil com os jornalistas Evelyn Guimarães, Felipe Noronha, Fernando Silva, Flavio Gomes, Gabriel Carvalho, Gabriel Curty e Pedro Henrique Marum, e o fotógrafo Rodrigo Berton. Acompanhe todo o noticiário aqui e tudo dos bastidores e das atividades em pista AO VIVO e em TEMPO REAL

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