Hamilton deixa rivalidade para trás e agradece “gentleman” Rosberg por ter cumprido ordem da Mercedes em Mônaco

Em reunião na Mercedes horas após a corrida no último domingo, Lewis Hamilton agradeceu a Nico Rosberg pelo gesto considerado de cavalheiro por parte do alemão que, sem ritmo para se manter à frente do britânico, abriu passagem e ajudou, de certa forma, Lewis a vencer sua primeira corrida no ano

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Lewis Hamilton, enfim, conseguiu vencer sua primeira corrida na temporada 2016 e, de certa forma, renasceu na luta pelo título mundial. Mas o caminho do britânico rumo ao topo do improvisado pódio do GP de Mônaco foi facilitado por dois fatores fundamentais. Um deles foi o vacilo da Red Bull no pit-stop desastroso de Daniel Ricciardo. O outro foi a falta de ritmo de Nico Rosberg, que estava à sua frente no início da corrida. Atendendo a uma ordem da Mercedes, o alemão abriu passagem para Lewis na praça do Cassino e permitiu que seu companheiro de equipe lutasse pela vitória em Monte Carlo.
 
O tricampeão do mundo deixou a rivalidade para trás e agradeceu a Rosberg pela manobra em Mônaco. Horas depois da corrida, a Mercedes reuniu seus pilotos para uma costumeira reunião de avaliação do fim de semana, e aí Hamilton não perdeu a chance de destacar o gesto do alemão.
Lewis Hamilton só teve motivos para festejar no último domingo em Mônaco (Foto: Mercedes)
“Eu disse: ‘obrigado por ser um gentleman’”, confirmou o vencedor do GP de Mônaco em entrevista à emissora britânica Sky Sports.
 
Hamilton explicou a ordem da Mercedes imposta a Rosberg em Mônaco. “Nós chegamos a um acordo. Quando a equipe te pede para acelerar e você não conseguir cumprir, e isso dificultar as chances de a equipe vencer a corrida, então nós temos esse acordo”, comentou.
 

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Na visão de Lewis, Mônaco era uma corrida decisiva para dar a volta por cima na temporada. “Cheguei aqui pensando: ‘Eu tenho que vencer’. Não sabia se poderia vencer, mas a chuva abriu uma janela de oportunidade. Eu estava no limite o tempo todo”, lembrou o piloto.

 
Por outro lado, Rosberg sabia que não podia fazer muita coisa. Contudo, mais até do que a decepção por se ver forçado a abrir passagem para o rival, o desempenho do seu W07 em Mônaco foi o mais doloroso. 
 
“A impressão no carro, uma completa falta de confiança, foi o que mais doeu. A segunda coisa foi apenas uma consequência do que era bastante óbvio: não tinha ritmo para vencer”, lamentou o ainda líder do campeonato, mas agora com apenas 24 pontos de vantagem para Hamilton.
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