F1

Hamilton vê Ferrari mais rápida que Mercedes na Áustria e espera “grande desafio”

Lewis Hamilton liderou o primeiro treino livre desta sexta-feira, mas terminou o dia na quarta colocação. O pentacampeão entende que a Mercedes está um pouco atrás da Ferrari, sobretudo em ritmo de corrida. Hamilton também destacou a evolução da Red Bull, que também andou perto durante as atividades de pista no Red Bull Ring

Grande Prêmio / Redação GP, de Sumaré
 
Hamilton ressaltou a proximidade entre os carros e, sobretudo, a força da Ferrari e também da Red Bull. Considerando o primeiro treino livre bem menos atípico — a segunda sessão foi marcada pelos fortes acidentes de Max Verstappen e Bottas —, a diferença entre os seis primeiros colocados foi de 0s540.
 
“Este é um dos circuitos onde é muito, muito próximo. Se você for, por exemplo, a Brands Hatch, por exemplo, são os pequenos décimos que fazem a diferença, então fica bem apertado ali na frente. Acho que as Ferrari geralmente têm sido bem rápidas nas retas, acho que as Red Bull têm evoluído o ritmo nas retas com o novo motor, acho que elas estão mandando bem. Definitivamente, vai ser um grande desafio”, disse o piloto em entrevista coletiva pouco depois do segundo treino livre.
Lewis Hamilton entende que a Ferrari está um pouco mais rápida que a Mercedes na Áustria (Foto: AFP)
O pentacampeão se mostrou em alerta com a performance da Ferrari no Red Bull Ring. 
 
“As Ferrari têm sido rápidas durante todo o ano nas retas, e por algum motivo isso parece que não está prejudicando nas curvas. Então vai ser bem interessante”.
 
“Nas simulações de corrida eles geralmente não são tão fortes, mas acho que hoje eles foram mais rápidos que nós. Mas tudo bem, vamos continuar lutando. É uma pista que você pode acompanhar muito de perto e, ao menos, os pneus duram o bastante para conseguir fazer isso”, complementou.
 
Por fim, Hamilton comentou que o dia em si foi “sem maiores problemas, ainda que tivesse quebrado a asa algumas vezes” ao passar pelas zebras. O piloto da Mercedes falou do seu apreço pelo circuito austríaco por ser uma pista de pé embaixo quase o tempo todo.
 
“Não sei se nós vamos estar mais rápidos do que fomos aqui no ano passado, mas isso parece incrível. Você pisa fundo durante uma boa parte da volta. Obviamente, você tem algumas curvas lentas como a 1, 3 e 4, mas as outras são bem rápidas. As curvas 6, 7 são como um pequeno elevador, a 9... É ridículo o quão rápido nós fazemos a 9 e então novamente a última curva”, concluiu.


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