Incomodado com nível das corridas, Ecclestone define F1 como “ir ao show dos Rolling Stones sem Mick Jagger”

Bernie Ecclestone concorda que a qualidade das atividades da F1 não está muito alta. O dirigente inglês comparou os GPs da categoria com um show dos Rolling Stones – mas sem a participação de Mick Jagger

Bernie Ecclestone já nem tenta esconder sua insatisfação com a atual qualidade das provas da F1. O dirigente inglês, que já havia apontado sua língua afiada contra o novo treino classificatório da categoria, agora resolveu reclamar do campeonato como um todo: Bernie acredita o “show” não está muito bom.
 
Ecclestone pensa que a F1 passou a ser um grande espetáculo, mas com falhas graves. E, para exemplificar isso, usou um ícone da música como exemplo.
 
“Não estamos fazendo um show muito bom. Imagine se as pessoas fossem ao show dos Rolling Stones sem Mick Jagger, e os outros sem saber tocar seus instrumentos”, criticou Bernie, em entrevista à ‘BBC’.
Bernie Ecclestone usou Mick Jagger para explicar os problemas da F1 (Foto: Getty Images)
A classificação ‘dança das cadeiras’, com eliminações de 90 em 90 segundos, é um dos tópicos de maior discussão no que tange o ‘show’ da F1. O Q3 do GP da Austrália, outrora muito agitado e com vários carros na pista, já estava definido 4 minutos antes do final. Fãs já abandonavam o Albert Park antes mesmo da bandeira quadriculada.
 
Ecclestone também voltou a falar sobre a carta aberta da GPDA. O comunicado, que pedia por mudanças no “obsoleto” comando da F1, foi aceito por Bernie, que concordou com as críticas. Agora, todavia, o dirigente inglês foi mais ácido – como de costume.
 
“Provavelmente disseram o que as equipes mandaram dizer”, disse Ecclestone.
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