Magnussen contém euforia na Haas, pede tempo até Melbourne e avisa: “Não podemos ficar tão entusiasmados”

Principalmente na segunda semana de testes de pré-temporada, a Haas chamou a atenção por um desempenho sólido e tempos bem razoáveis, fazendo com que o diretor da McLaren a apontasse como uma das que mais cresceu neste início de 2018. Mas Kevin Magnussen prefere esperar até o fim de semana da Austrália para ver o real potencial do VF18 em relação aos concorrentes

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A Haas deixou uma impressão muito boa ao longo da segunda sessão de testes de pré-temporada da F1 em Barcelona. Seja com tempos bem consistentes — Kevin Mangnussen fez o sexto melhor tempo no geral e usando pneus supermacios, enquanto todo o top-5 marcou suas melhores marcas com os hipermacios —, seja pelo ganho em relação ao ano passado, estimado em mais de 2s, a equipe norte-americana foi elogiada até por Éric Boullier, diretor de corridas da McLaren, como uma das que mais cresceu neste início de 2018 ao lado da Renault. Mas o piloto dinamarquês tem um discurso bem ‘pés no chão’ e prefere esperar um pouco mais para avaliar o potencial do novo VF18 frente as rivais. Pelo menos até o fim de semana do GP da Austrália.

 
“Não sabemos o que os outros podem fazer, então não podemos ficar tão entusiasmados”, falou K-Mag em entrevista acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO em Barcelona. Contudo, o dinamarquês não esconde que a Haas, de fato, apresentou uma evolução sensível.
 
“Só que sentimos que melhoramos o carro, quanto a isso não há dúvida. Mas acho que os demais também conseguiram dar passos à frente. Por isso repito: temos de esperar até Melbourne para ter uma melhor ideia de onde estaremos. Para ser honesto, creio que provavelmente veremos uma outra imagem depois das duas primeiras corridas. Ainda é muito cedo para falar”, avisou.
A Haas andou bem nos testes de inverno. Mas Kevin Magnussen pediu a costumeira cautela (Foto: Haas)
Claro que a meta da Haas, depois de finalizar os dois primeiros anos da sua história em oitavo no Mundial de Construtores, é dar um passo além. Mesmo com a concorrência mais acirrada ali no pelotão intermediário, Magnussen entende que é perfeitamente possível evoluir na tabela.
 
“Nós começamos a temporada com a mentalidade de fazer o melhor que podemos, não temos nenhuma expectativa estabelecida, não precisamos necessariamente terminar em quarto. Mas temos um objetivo comum: dar um passo à frente. E, preferencialmente, escalar posições no campeonato. Se pudermos fechar o campeonato em sétimo ou pular ainda mais, estaremos contentes”, destacou.
 
Guenther Steiner, chefe da equipe norte-americana, tem um discurso um pouco mais animado para a temporada que está por vir. “Acho que podemos ter uma grande expectativa para esse ano. A primeira semana de testes foi complicada por conta do tempo, mas isso foi para todos. Nesta segunda, a gente conseguiu tirar mais, especialmente dos dois últimos dias”, detalhou.
 
Mas o dirigente italiano seguiu o discurso de Magnussen de que só mesmo o fim de semana em Albert Park vai dar uma imagem real do potencial de cada uma das equipes, com uma briga bem mais acirrada no pelotão do meio.
 

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“Acho que vai ser mais ou menos com estamos vendo agora, mas um pouco mais apertado. Creio que tudo está tão próximo, que acho difícil apontar um caminho ou dizer que vai liderar. Talvez só na Austrália a gente vá ter condições de entender o grupo do meio do grid”, ponderou Steiner, que já avisou: vai levar a Melbourne o mesmo carro que acelerou nos testes em Barcelona, apenas com alguns ajustes aqui e ali.

 
“Para a Austrália, ainda teremos nenhuma configuração nova, nenhuma atualização, apenas temos de acertar algumas situações em termos de confiabilidade. Precisamos ajustar algumas coisas no chassi”, encerrou.
”VOCÊ TEM DE RESPEITAR”

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