Manor precisa encontrar novo investidor em uma semana para escapar da falência na F1, diz site

A Manor voltou para o mesmo buraco em que já esteve em 2014. A situação é dramática: caso um investidor não seja encontrado até 20 de janeiro, a escuderia fecha as portas em definitivo. A informação é do site ‘Motorsport.com’

 

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A situação da Manor na F1 vai ganhando contornos dramáticos. De acordo com o site americano ‘Motorsport.com’, a equipe britânica precisa encontrar um novo investidor até o dia 20 de janeiro – em outras palavras, o prazo expira em pouco mais de uma semana. Caso um novo acordo não seja firmado até lá, só existe um destino possível: a falência da escuderia.
 
A publicação informa que a Manor trabalha com várias opções para sobreviver em 2017, mas o pouco tempo restante é um problema sério. O empresário Stephen Fitzpatrick bancou a escuderia ao longo dos últimos dois anos, mas parece incapaz de sustentar a estrutura no futuro.
 
Mesmo em situação financeira delicada, a Manor está pronta para iniciar a produção do carro de 2017. A equipe tem um projeto pronto, mas não pode confeccionar partes do carro – por estar oficialmente em processo de falência, o administrador legal tem a função de impedir novos gastos, tentando proteger os credores da escuderia.
A situação da Manor é dramática (Foto: Reprodução/Facebook)
Tavo Hellmund, empresário responsável pelo retorno dos Estados Unidos ao calendário da F1, foi apontado como um possível comprador da Manor. A negociação acabou não avançando e o americano mudou de ideia.
 
Esta situação não é nova para Manor. Ao fim de 2014, a equipe já havia entrado em processo de falência. Quando tudo parecia perdido, uma recuperação de última hora permitiu o regresso ao grid da F1 em 2015.
Um fator crucial para a bancarrota da Manor é a perda do décimo lugar no Mundial de Construtores de 2016, quando a equipe foi superada pela Sauber graças aos dois pontos somados por Felipe Nasr no GP do Brasil. 
 
Com a perda do décimo lugar para a Sauber, a Manor deixou de faturar uma quantia estimada em cerca de R$ 150 milhões, premiação oferecida pela FOM (Formula One Management) ao décimo melhor colocado do campeonato.

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