Massa relata GP da China desastroso e fala em aproximação de Williams e Red Bull: “Logo a distância pode ser alcançável”

Felipe Massa conseguiu fazer o sexto tempo da classificação para o GP da China. O otimismo rapidamente ficou terror durante a prova, visto que a Williams e Massa não se acertavam e continuavam caindo na tabela. Penúltimo entre os que terminaram a prova, Massa lamentou e virou o foco para o Bahrein. Foi além: disse que a Williams pode aparecer mais próxima da Red Bull em pouco tempo

 

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O retorno de Felipe Massa à F1 começou com um resultado interessante, mas continuou com uma corrida horrível. O 14º lugar entre 15 pilotos que terminaram a prova dá o tom do quão desesperador foi o dia de Massa em Xangai. Após largar no sexto lugar, foi caindo durante todo o GP da China e acabou melancolicamente.

 

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Em coluna que mantém no site norte-americano 'Motorsport.com', Massa falou sobre como "fez o melhor que podia" com o sexto lugar no treino classificatório e revelou que havia grande otimismo para a corrida. Felipe reafirmou e explicou um pouco mais os problemas que a Williams teve para aquecer os pneus no clima frio de Xangai.

 
"Infelizmente as coisas acabaram sendo diferente do que esperávamos. As condições da pista no começo eram difíceis e tínhamos dúvida sobre entrar ou não com os intermediários. Foi difícil controlar o carro no estágio inicial. Quando o safety-car veio por causa da batida de Giovinazzi, colocamos os pneus macios e esperamos que a situação melhorasse. Mas não melhorou", relatou.
 
"As voltas atrás do safety-car mostraram que não tinha qualquer aderência, e mesmo depois que a corrida voltou ao normal o carro escorregava. Depois de sofrer por algumas voltas, perguntei ao time se poderia colocar os pneus supermacios – que significava uma terceira parada. Deu para ganhar posições por algumas voltas e voltar ao top-10, mas depois os pneus desgastaram e eu perdi a chance de marcar pontos", contou o piloto.
Felipe Massa (Foto: Williams)
"Foi uma corrida difícil. Algumas vezes ficamos 7s acima do tempo normal, o que mostra que temos um problema fundamental. Depois da corrida nós olhamos para a telemetria e procuramos respostas para os problemas com os pneus", contou.
 
Massa falou também da distância entre Red Bull e Williams. Lembrou do pódio da equipe dos energéticos na China e afirmou que a diferença entre as duas equipes é inalcançável no momento. Mas surpreendeu: pode não ser no começo da temporada europeia. Parece mais uma demonstração de esperança do que propriamente uma expectativa de mudança.
 
"Em Xangai, vimos um retorno da Red Bull ao pódio. Mas eu acho que ainda falta alguma coisa para eles lutarem por vitórias. No momento, nossa distância para eles é impossível, mas acho que em uma ou duas corridas pode ser alcançada", comentou.
 
"O fato é que a margem que nos separa da Mercedes, Ferrari e Red Bull é maior que a que nos separa de quem vem atrás de nós. Mas sempre devemos manter a confiança e estarmos prontos para todas as chances. Espero que Sakhir seja uma pista amigável para nós – tenho certeza de que ao menos não será tão fria quanto a China", encerrou. 
 
Por fim, Felipe disse que se concentra no Bahrein, um lugar que tratou como importante para a sua carreira. O GP do Bahrein acontece no próximo domingo, 16 de abril.
 
PADDOCK GP #73 DISCUTE F1, MOTOGP E INDY E FAZ PRÉVIA DO GP DO BAHREIN

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