McLaren critica e diz que Honda “parece perdida”. E dá a entender que pode encerrar acordo por estar “perto do limite”

Diretor-executivo da McLaren, Zak Brown afirmou que a Honda está perdida e que não pretende viver mais um ano fracassado na F1. O dirigente não entrou em detalhes, mas deixou claro que pode interromper o acordo com a fabricante se não houver uma melhora de desempenho significativa

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A McLaren parece cansada da Honda. Apesar de sempre manter uma postura otimista com relação ao trabalho da montadora japonesa, o diretor-executivo da equipe britânica, Zak Brown, fez comentários duros sobre a forma como a fabricante vem conduzindo o desenvolvimento dos motores na F1 – principal causa da pouca performance do MCL32 neste ano. O norte-americano deixou claro que não vai tolerar viver mais um ano no Mundial sem sucesso.

 
A esquadra de Woking é parceira da Honda desde a temporada 2015, mas, em nenhum momento, conseguiu mostrar a força e a confiabilidade que outrora marcou a união das duas marcas na F1. Neste ano, a situação parece ainda mais problemática, uma vez que o time segue sem pontos na temporada.
 
"A Honda está trabalhando muito duro, mas parecem um pouco perdidos", disse o executivo à agência de notícias 'Reuters'. "Recentemente, nos disseram que não teríamos a atualização esperada para Montreal e agora ainda não temos um cronograma de quando isso vai acontecer. É muito preocupante a nossa situação porque não podemos ficar assim para sempre", afirmou o norte-americano.
Zak Brown cobrou publicamente a Honda e quer resultados em curto prazo (Foto: McLaren)

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"Estávamos esperando com impaciência por essa atualização, e isso é uma decepção também para os pilotos", emendou.

 
Uma vez mais, Brown coloca em palavras a pressa que tem de fazer a McLaren voltar a vencer – nem que isso custo o acordo com a Honda. "Não vamos ter outro ano como este. Não quero entrar em detalhes quanto às nossas opções e nossa preferência é ganhar o campeonato com a Honda, mas em algum momento precisaremos tomar uma decisão. E tenho sérias preocupações quanto a isso", declarou o dirigente.
 
"Faltam atualizações e elas não estão sendo entregues no prazo. E estamos muito perto do nosso limite. Um ano em F1 é uma eternidade. Três anos, então, é uma década. Simplesmente não podemos continuar assim para sempre", concluiu.
 
A Honda havia dito anteriormente que preparava para o GP do Canadá o primeiro grande pacote de atualizações da unidade de potência. Porém, o diretor de competições da montadora, Yusuke Hasegawa, disse que não havia tempo suficiente para introduzir as novas peças em Montreal.
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