Mecânico de Verstappen alega insatisfação com ambiente na Red Bull e pede demissão
De acordo com os veículos PlanetF1 e F1-Insider, Ole Shack não ficou muito satisfeito com as recentes mudanças estruturais na Red Bull e, por isso, pediu para deixar a equipe
Poucas semanas após a saída do diretor de design Craig Skinner, a Red Bull está prestes a sofrer mais um forte baque: Ole Schack, mecânico responsável pela parte dianteira do carro de Max Verstappen, cogita seriamente pedir demissão. Após as partidas de nomes importantes como Adrian Newey, Jonathan Wheatley, Will Courtenay e, mais recentemente, Christian Horner e Helmut Marko, os taurinos seguem atravessando uma fase de mudanças significativas da estrutura na Fórmula 1.
Após mais de 20 anos de serviços prestados à equipe de Milton Keynes, os portais PlanetF1 e F1-Insider informaram, neste domingo (5), que uma certa insatisfação com o ambiente de trabalho foi um dos motivos que fez o dinamarquês buscar novos desafios na carreira. Embora o fim da parceria não tenha acontecido oficialmente, as negociações seguem em andamento, com Schack pressionando por uma liberação o quanto antes.
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A passagem de Ole pela Red Bull remonta a antes mesmo da compra da antiga Jaguar. O profissional, inclusive, esteve presente em todas as corridas desde o GP da Austrália de 2005 — a primeira sob o nome da marca de bebidas energéticas.
No meio do caminho, chegou a trabalhar no time de mecânicos de David Coulthard, entre 2005 e 2008, e de Sebastian Vettel, de 2009 a 2014. Após a perda do pai, em 2012, a equipe prometeu ao dinamarquês que ele seria o representante taurino no pódio na próxima vez em que um dos pilotos vencesse uma corrida, o que aconteceu no GP de Singapura daquele mesmo ano.
Com a chegada de um novo regulamento à F1, a Red Bull tem apresentado dificuldades para desenvolver o próprio carro, que sofre com falta de equilíbrio aerodinâmico e também com problemas de confiabilidade da unidade de potência. Como resultado, somou somente 17 pontos até aqui no Mundial de Construtores, contentando-se com o sétimo lugar, atrás de Haas e Alpine, por exemplo.
A Fórmula 1 agora entra em hiato após a suspensão dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita e retorna de 1º a 3 de maio com o GP de Miami.
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