Mercedes admite perigo de nova punição a Hamilton em 2021: “Risco obviamente existe”

Toto Wolff, chefe da Mercedes, admitiu que há mesmo a possibilidade de nova punição a Lewis Hamilton por troca de motor

Esteban Ocon leva câmera no capacete neste fim de semana em Austin (Vídeo: F1)

A Mercedes vai para os Estados Unidos com mais uma punição na bolsa: Valtteri Bottas perde cinco posições do grid de largada após a equipe mudar o motor de combustão interna, já o sexto que o finlandês utiliza em 2021. O diretor-executivo e chefe de equipe Toto Wolff admitiu que uma nova mudança também é possível para Lewis Hamilton até o fim do ano, o que acarretaria nova punição.

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Assim, o GP dos Estados Unidos é a quarta corrida seguida com uma punição similar para a Mercedes: Bottas teve trocas na Itália e Rússia, enquanto Hamilton passou por uma na Turquia. Wolff não se fez de rogado ao admitir o perigo.

“Não dá para dizer se vamos mesmo fazer outra troca ou qual a porcentagem, mas obviamente o risco ainda existe. O difícil de avaliar é o quanto você quer se adiantar à situação e tomar outra punição ou deixar correr e arriscar um abandono”, disse.

“É uma discussão que está acontecendo enquanto conversamos. Ainda não chegamos às respostas certas ainda”, falou.

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Toto Wolff admitiu: Mercedes pode forçar nova punição a Hamilton (Foto: Jiri Krenek/Mercedes)
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De acordo com Wolff, os problemas de confiabilidade estão na corrida por desempenho da Mercedes em 2021. Com a ameaça da Red Bull mais forte que nunca nestes últimos oito anos, a Mercedes precisa encontrar mais de onde tirar performance para ganhar corridas, o que afeta o motor.

“Acho que, quando você olha para Monza, por exemplo, Valtteri teve de largar do fim do grid e perdemos pontos no caminho. Estamos tentando avançar em desempenho a cada ano e, neste ano, chegamos a um ponto em que isso nos custa pontos”, apontou.

“Nos últimos sete ou oito anos, a meta tem sido ganhar corridas e campeonatos. Eu gostaria que tivéssemos tudo menos punições e usado menos motores, mas este ano nos pegou em cheio. McLaren e Aston Martin tiveram mais sorte neste quesito. Precisamos absorver os golpes e fazer o melhor trabalho possível”, finalizou.

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