Mercedes alega que fez uso de ordem de equipe por Bottas ter problema de pressão nos pneus

A ordem de equipe que a Mercedes deu para Lewis Hamilton passar por Valtteri Bottas não caiu muito bem. O diretor-executivo da equipe de Brackley teve de responder e justificar logo após a corrida. Segundo Wolff, a decisão foi tomada apenas por um problema com o regulador de pneus do carro de Bottas - não é o novo normal

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Depois de três anos se recusando totalmente a interferir na luta de Lewis Hamilton e Nico Rosberg pelo título mundial que só envolvia os dois – mesmo em momentos de altas tensões entre a dupla -, demorou três corridas para a Mercedes resolver dar uma ordem de equipe para que os dois pilotos mudassem de posição. No GP do Bahrein deste domingo (16), a equipe ordenou por duas vezes que Valtteri Bottas desse caminho para Hamilton enquanto o tricampeão mundial ia à caça de Sebastian Vettel. O alemão da Ferrari venceu a corrida, no fim das contas.

 

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O diretor-executivo da Mercedes, Toto Wolff, afirmou em entrevista concedida à rede de TV inglesa Sky Sports que a ordem foi dada por conta da regulagem de pneus de Bottas. Segundo Wolff, a Mercedes não conseguiu ajustar a regulagem dos pneus de Bottas, o que fez com que o finlandês ficasse num ritmo abaixo de Hamilton. Por isso – e só por isso – tomou a decisão de mandar Bottas liberar passagem para o companheiro. 

 
O que Wolff admitiu, porém, foi que é uma decisão desagradável e afirmou que a Mercedes não quer tomá-la em outras condições. Ao menos por enquanto
Menos sorrisos agora para Valtteri Bottas e Toto Wolff (Foto: Mercedes-Benz)

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"Tivemos um problema com o gerador [de pressão dos pneus] e não deu para regular os pneus de Valtteri, então ficamos algumas libras acima e não deu para recuperar o ritmo. A Ferrari executou tudo muito bem", falou.

"Tentamos manter a ordem e não interferir, porque é uma péssima decisão [a ordem de equipe], mas em um certo momento você tem que decidir se vai perder a corrida ou tomar essa decisão", disse. "O principal é que [Bottas] não podia guiar no ritmo que o carro tinha", seguiu.

 
"É bem parecido [entre Mercedes e Ferrari]. Em ritmo de uma volta nós tínhamos uma pequena vantagem; e na corrida, com pneus controlados, a Ferrari tinha essa pequena vantagem. Não sabemos qual seria o final da corrida se Lewis estivesse à frente desde o começo. Três corridas já foram, e nós sempre mantivemos a filosofia de pilotos iguais. Sei que é uma decisão difícil, e ainda não quero tomar", encerrou.

A F1 volta em duas semanas, 30 de abril, com o GP da Rússia.

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