Mercedes desmente veto a Verstappen e explica contrato de um ano com Hamilton

Toto Wolff precisou dar as caras na imprensa para explicar o contrato de apenas um ano entre a Mercedes e Lewis Hamilton. E afirmou que a crise causada pelo novo coronavírus atrapalhou muito os rumos das negociações, especialmente nos últimos meses

A novela acabou nesta segunda-feira (8). Lewis Hamilton e Mercedes finalmente chegaram a um acordo e assinaram a renovação do contrato para a temporada 2021. Um detalhe, no entanto, chamou a atenção: a duração de apenas um ano. Toto Wolff, então, precisou explicar.

O dirigente austríaco afirmou que o desejo de Hamilton e Mercedes eram adiar as discussões sobre a duração do contrato para depois de 2022 para depois do início da temporada. No início do ano, Wolff foi diagnosticado com Covid-19, alterando os rumos das conversas nos bastidores.

“Nós concordamos com um acordo de um ano. Primeiro, há uma enorme mudança no regualmento em 2022. Nós também queremos ver como o mundo e a companhia se desenvolvem. Além disso, nós demoramos muito. Queríamos discutir o contrato no fim da temporada, entre as corridas no Bahrein, mas o Lewis [Hamilton] não se sentiu bem [contraiu Covid-19]. No fim, começamos só depois do Natal”, disse Wolff.

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Lewis Hamilton vai para sua nona temporada consecutiva com a Mercedes na F1 (Foto: Mercedes)

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“O importante é que fizemos o mais rápido possível. E, em respeito a isso, pensamos em adiar a discussão sobre 2022 e adiante para depois”, completou.

Wolff ainda comentou sobre um suposto veto de Hamilton a Max Verstappen no contrato para os próximos anos.

“Eu não sei onde isso surgiu porque não é verdade”, afirmou.

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A crise causada pela pandemia do novo coronavírus também afetaram as negociações, segundo Wolff, principalmente pelas incertezas econômicas até mesmo dentro da companhia.

“Existem incertezas no mundo que podem afetar a maneira de operar o esporte, coisas que influenciam em receitas, patrocínios e acordos com televisões. A Daimler e a Mercedes estão em uma enorme transformação a caminho da mobilidade elétrica e isso significa investimentos, então estamos vivendo uma realidade financeira de anos atrás”, finalizou.

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