Perto dos 31 anos de idade, Grosjean se recusa a abandonar sonho do título da F1: “Quero ser campeão mundial”

Romain Grosjean é um homem persistente. Numa F1 que cada vez mais só pensa nos pilotos jovens, o franco-suíço que completa 31 anos de idade em abril ainda insiste numa oportunidade em equipe grande e no título mundial de F1. Grosjean, no segundo ano com a Haas, garante que não se jogou nos braços da Mercedes após a aposentadoria de Nico Rosberg

 

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Em pouco mais de um mês, Romain Grosjean completará 31 anos de idade. O piloto francês já não é mais um menino em termos esportivos, especialmente numa F1 que visa cada vez mais os pilotos jovens. Mas mesmo assim Grosjean se recusa a desistir do sonho que nutre há tempos: ainda acredita que o título mundial de F1 pode chegar para ele.

 

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Grosjean estreou na F1 em 2009, substituindo Nelsinho Piquet numa Renault em baixa e marcada pelo escândalo apelidado de 'Crashgate'. Saiu em meio a críticas para voltar em 2012, mais calejado e ganhando experiência com a Lotus. Daquele piloto impulsivo e até perigoso de outros tempos, resta pouco. O Grosjean da Haas é diferente, mas planeja entrar numa janela que a cada ano diminui exponencialmente para ele.

 
As equipes que têm condições de disputar um título mundial nos próximos anos por questões especialmente orçamentárias são Mercedes, Ferrari, Red Bull e, muito atrás como uma incógnita infinita, a McLaren. As vagas são poucas. Uma delas abriu em dezembro, quando Nico Rosberg se aposentou. A Mercedes precisou procurar alguém, mas embora Nico Hülkenberg, Fernando Alonso, Pascal Wehrlein e Valtteri Bottas foram publicamente considerados, o nome de Romain ficou na obscuridade.
Romain Grosjean (Foto: Haas)
Perguntado pela rede de TV inglesa Sky Sports sobre se ele se ofereceu a Toto Wolff e Niki Lauda, negou. "Não estou dizendo que os agentes não fizeram o trabalho deles, mas eu não liguei para lá por conta própria", garantiu. E elogiou. "É um ótimo time uma história enorme no automobilismo."
 
Além da Mercedes, seguiu falando que também adoraria ser piloto da Ferrari. Na verdade, Grosjean chegou a ser tratado como alternativa para a Ferrari em 2017 para guiar ao lado de Sebastian Vettel – até pela ampla parceria de Haas e Ferrari. No fim das contas, porém, o time de Maranello preferiu a manutenção de Kimi Räikkönen por mais um ano num dos assentos dos carros vermelhos. E terminou confirmando: quer ser campeão mundial, algo que só conseguirá com uma equipe de ponta.
 
"Eu adoraria guiar pela Ferrari também", contou. "Quero me tornar um campeão mundial. Para isso, você precisa de um carro. Quero guiar por um time grande um dia, mas agora estou orgulhoso do que conseguimos fazer até aqui com a Haas. Estamos numa posição muito melhor que a do ano passado, sempre há oportunidades. Quero dizer que fui o primeiro piloto da Haas a subir ao pódio – e espero que a ganhar uma corrida algum dia", encerrou. 
 
Grosjean espera ir adiante em 2017 com um bom começo de carreira na Haas. Enquanto o carro da equipe norte-americana permitiu, o francês andou bem no Mundial de 2016. Tão bem que foi quinto e quarto colocado nas duas primeiras corridas da temporada passada, na Austrália e Bahrein, ganhando as duas primeiras eleições de Piloto do Dia.
 
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