Polícia italiana prende grupo de 34 narcotraficantes que planejava roubar restos mortais de Enzo Ferrari

Um crime quase surreal estava sendo orquestrado em Modena, no norte da Itália. 34 criminosos, ligados ao narcotráfico, planejava roubar os restos mortais de Enzo Ferrari, morto em 1988. O grupo planejava entrar em contato com a família de Enzo e cobrar pelo resgate do corpo

A polícia de Modena, cidade localizada no norte da Itália, se deparou com um crime quase surreal. Um grupo de 34 narcotraficantes planejava roubar um corpo velado no cemitério San Cataldo, principal da cidade. E não era um corpo qualquer: os criminosos queriam os restos mortais de Enzo Ferrari, fundador da famosa marca italiana, morto em 1988.
 
De acordo com as autoridades de Modena, o grupo já tinha feito diversas visitas ao cemitério. Conhecendo a área, os criminosos já tinham até escolhido métodos para extrair o corpo do túmulo. Depois, a ideia era entrar em contato com membros da família Ferrari, cobrando resgate milionário pela entrega dos restos mortais.
O túmulo de Enzo Ferrari, em Modena (Foto: Reprodução/Twitter)
A principal operação do grupo é relacionada ao tráfico de armas e drogas. Uma verdadeira gangue. De acordo com a polícia, alguns também têm ligações com roubo de caixas eletrônicos. Para controlar os 34 criminosos, agora presos, a Força Armada e a Unidade Investigativa de Modena precisaram de 300 agentes. As informações são da revista italiana ‘Autosprint’.
 
Alguns grandes nomes do automobilismo estão enterrados no cemitério de San Cataldo. Alfredo ‘Dino’ Ferrari, filho de Enzo, divide o túmulo com o pai. Gilles Villeneuve, lendário piloto da Ferrari, também está por lá, assim como Tazio Nuvolari, lenda do automobilismo pré-Segunda Guerra Mundial.

No fim de semana passado, a Ferrari voltou a vencer nas pistas, com Sebastian Vettel levando o GP da Austrália de F1.
 

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