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F1

Porta-voz diz que ficha médica de Schumacher foi roubada e está sendo oferecida à imprensa na Europa

De acordo com a porta-voz de Michael Schumacher, Sabine Kehm, a ficha médica do heptacampeão foi roubada do Hospital Universitário de Grénoble, na França, e que a pessoa que diz possuir os documentos agora está tentando vender as informações para as mídias europeias

Warm Up, de Leipzig / Redação GP, de Leipzig
A assessoria de Michael Schumacher confirmou nesta segunda-feira (23) que a ficha médica do heptacampeão foi roubada, mas ainda não se sabe se foi do Hospital Universitário de Grénoble, na França, ou da clínica de reabilitação na Suíça, onde Schumacher está internado no momento. O ex-piloto permaneceu no centro de cuidados intensivos da unidade francesa durante pouco mais de cinco meses, em decorrência do grave acidente que sofreu enquanto esquiava nos Alpes gauleses, no dia 29 de dezembro de 2013.

Sabine Kehm, a porta-voz da família do alemão, ainda revelou que "alguém está oferecendo os documentos para algumas mídias europeias" e se disse "chocada e enojada" com o caso. Kehm declarou também desconhecer se o prontuário é autêntico ou não, mas deixou claro que o uso pela mídia será tratado como crime e resultará em ação legal. "Vamos usar todos os recursos disponíveis", disse. 
Michael Schumacher permanece em recuperação na Suíça (Foto: Getty Images)
"Por vários dias, documentos e dados roubados estão sendo colocados à venda. A pessoa afirma possuir a ficha médica de Michael Schumacher. Não podemos dizer se esses documentos são autênticos. Porém, os documentos são claramente roubados", explicou a assessora em nota. 

"O roubo foi relatado. E as autoridades estão envolvidas no caso. Nós aconselhamos expressamente que a compra e a publicação de tais documentos estão proibidas. O conteúdo de todos os arquivos médicos são privados e confidenciais e não devem ser disponibilizados ao público."

"Vamos, portanto, em cada caso, pressionar por uma ação criminal e danos contra qualquer publicação do conteúdo ou referência sobre o arquivo médico. Confiamos na compreensão de todos”, concluiu.

Segundo o jornal alemão ‘Bild Sport’, a pessoa que detém os documentos disse que pode provar a autenticidade do histórico médico por meio de detalhes das cirurgias pelas quais o alemão foi submetido em seu tempo de internação no hospital francês. Ainda segundo a publicação, o vendedor quer € 50 mil (cerca de R$ 150 mil) pelas informações e já ofereceu os documentos a jornais, revistas e TVs da Alemanha, da Inglaterra e da França. 

Há uma semana, a mesma porta-voz veio a público para revelar que Schumacher havia saído do estado de coma e deixado o hospital em Grénoble. O ex-piloto foi transferido para uma unidade especializada em Lausanne, na Suíça, onde dará início a seu tratamento. Sabine, entretanto, não deu mais informações sobre as condições de saúde do maior vencedor da história da F1. 

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