Presença da Coreia do Sul no calendário 2015 é manobra para ampliar número de motores por ano na F1, diz revista
É pouco provável que as equipes tenham o direito a um quinto motor em 2015. Isso só acontecerá se realmente o GP da Coreia do Sul permanecer no calendário para a próxima temporada. A informação é da revista inglesa ‘Autosport’
A presença da GP da Coreia do Sul no calendário da temporada 2015 não passa de uma manobra para ampliar para cinco o número de motores permitidos por ano na F1. A informação é da revista inglesa ‘Autosport’.
O retorno da etapa sul-coreana causou surpresa, quando o Conselho Mundial do Esporte a Motor da FIA ratificou o cronograma com 21 provas fornecido por Bernie Ecclestone. Até os organizadores da corrida na Coreia expressaram choque com a decisão, especialmente porque os planos para uma corrida de rua em Seul ainda não estão prontos.
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Diante disso, há muitas especulações para as razões que levaram Ecclestone a incluir o país asiático de novo no calendário. E uma delas, segundo a publicação britânica, aponta para um pequeno ajuste no regulamento esportivo.

De acordo com os regulamentos da F1 para 2015, cada piloto pode usar apenas quatro unidades por temporada, mas desde que o calendário não exceda 20 corridas. O artigo 28.4 do Regulamento Esportivo da F1 afirma que "os pilotos estão limitados a quatro unidades para a temporada". Mas, em seguida, vem a ressalva: "Este número será aumentado para cinco se o número de eventos do campeonato, como previsto originalmente, for superior a 20".
Segundo a 'Autosport', o uso da expressão 'previsto originalmente' é o que vem sendo usado por alguns para entender que, se existem 21 corridas programadas, ainda que de forma provisória, as equipes já podem trabalhar com a regra levando em conta o uso de cinco motores.
Entretanto, ainda na reportagem, a publicação cita que fontes da FIA asseguraram que essa interpretação não será levada em conta. A corrida sul-coreana, marcada para abril, terá de ser confirmada antes do início da temporada, na Austrália, no início de março. Portanto, a única maneira que as equipes têm para garantir o quinto motor é a permanência definitiva da Coreia do Sul no calendário.

O ano é 2014, mas o chefão da F1 Bernie Ecclestone ainda nega de forma veemente. Toda sua história e responsabilidade por transformar a categoria em um show global e na máquina de fazer dinheiro que é hoje, não devem ser esquecidas, mas o futuro não pode ser negligenciado. A F1 precisa se alinhar com o ramo da comunicação no Século XXI e necessita saber melhor o que fazer com todo o dinheiro que contabiliza
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O primeiro carro usado por Ayrton Senna na F1 foi colocado à venda no Reino Unido. A Cars International, que trabalha com carros históricos, informou que a Toleman com que o tricampeão do mundo estreou na categoria está em negociação. O modelo é o TG183B #5, guardado até o início dos ano 90, quando foi adquirido e restaurado pelo americano Mike Earl.
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