Presidente da FIA volta a defender “sinergia” entre categorias e sugere adoção de motor universal

A ideia de adoção de um motor universal para as principais categorias do esporte a motor já chegou a ser debatida até pela antiga gestão da FIA e agora volta a ser tema de discussão pelo atual presidente da entidade, Jean Todt, depois de sua sugestão ter sido posta de escanteio em 2014: “Deveríamos tentar ver se nós podemos ter alguma sinergia”, salientou o dirigente francês

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Jean Todt já foi voto vencido quanto à ideia da adoção de um motor universal no automobilismo. Em 2014, por exemplo, o presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) sugeriu a adoção de um motor universal, que pudesse ser usado de forma padrão em várias categorias de ponta. Mas a ideia não prosperou. Contudo, com a proximidade de um novo regulamento de motores na F1, previsto para 2021, o francês volta à carga com tudo para propor uma mudança de filosofia, e não apenas restrita à principal categoria do esporte a motor.

 
O grande sonho de Todt é realizar o que ele chama de “sinergia entre categorias”, de modo que vários certames possam compartilhar da mesma tecnologia de motores e permitir, por exemplo, que equipes da F1 possam participar das 24 Horas de Le Mans, e que as equipes do Mundial de Endurance possam fazer parte da F1.
Os detalhes do motor híbrido da F1, que vai sofrer mudanças para 2021 (Arte: Renault Sport F1)
“Neste momento, temos regras de motor distintas para cada categoria. Mas não tem de ser assim. As exigências para a F1 e o Mundial de Endurance são parecidas. Um motor de F1 tem de fazer 5 mil km, que é quase a distância de Le Mans”, comentou Todt durante entrevista à revista alemã ‘Auto Motor und Sport’ no último mês de dezembro.
 
Assim, o motor universal é o conceito perfeito na visão do dirigente. “Ter um conceito de motor único seria atraente para as montadoras novas e poderia significar que as equipes da F1 possam correr em Le Mans com sua equipe própria ou vice-versa”.
 
Defensor da tecnologia híbrida — e grande artífice da introdução dos motores híbridos na F1 —, Todt acredita que outras tantas categorias também podem caminhar na mesma direção. E o compartilhamento desta tecnologia seria positivo. “Provavelmente o que nós devemos dizer, o que não é fácil também, é que podemos usar este motor da F1 em outras categorias do automobilismo?”, declarou o francês em entrevista veiculada pela revista britânica ‘Autosport’.
 

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“No momento, cada categoria do automobilismo tem seu próprio regulamento, então provavelmente nós deveríamos tentar ver se podemos ter alguma sinergia", defendeu.

 
“Nós temos o Mundial de Endurance com a LMP1. Nós temos motores completamente diferentes, então faria sentido antecipar um futuro para o Endurance usando essa sinergia, o que incidentalmente cobriria o mesmo tipo de quilometragem”, explicou Todt. No WEC, os motores da classe LMP1 são em sua maioria híbridos, enquanto os protótipos da LMP2 são empurrados por motores movidos a gasolina.
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