Problema elétrico faz Mercedes trocar motor em primeira semana de testes da F1

De acordo com a revista britânica ‘Autosport’, a Mercedes também teve de lidar com problemas na primeira semana de pré-temporada da F1, em Barcelona. Um problema elétrico sofrido por Valtteri Bottas na última quinta-feira (20) abreviou os trabalhos e levou a equipe de Brackley a fazer a substituição da unidade motriz

A primeira semana de testes de pré-temporada da F1 foi quase perfeita para a Mercedes. Dona da maior quilometragem e também dos dois tempos mais rápidos da sessão realizada em Barcelona, a equipe hexacampeã do mundo indica que tende a permanecer como a principal força do grid em 2020. Entretanto, o time chefiado por Toto Wolff não ficou livre de problemas. No dia 2 de testes, na última quinta-feira (20), Valtteri Bottas enfrentou um problema elétrico no novo W11. A escuderia encerrou a programação prevista para o dia antes do tempo e precisou fazer a troca do motor para fechar a sessão na Catalunha na sexta-feira. A informação é da revista britânica ‘Autosport’.
 
A abertura da pré-temporada foi marcada por poucos problemas mecânicos apresentados pelos novos carros. A primeira bandeira vermelha da sessão foi registrada somente no fim do segundo dia de atividade de pista, quando Kimi Räikkönen sofreu uma pane seca a bordo do Alfa Romeo C39. 
A semana da Mercedes foi soberba, mas teve seus problemas em Barcelona (Foto: Mercedes)
Também na quinta-feira, diz a publicação que a Honda precisou fazer uma troca de motor após problema detectado quando Alexander Albon estava na pista. Foi uma mudança feita por precaução para que a montadora japonesa pudesse fazer a checagem da unidade motriz, que foi liberada e utilizada novamente no dia seguinte.
 
Na sexta-feira, dois carros apresentaram problemas de motor e causaram bandeiras vermelhas. Logo nas primeiras horas, Sebastian Vettel enfrentou uma quebra, e a Ferrari precisou abreviar o programa traçado pela manhã. O alemão só regressou à pista à tarde. No fim do primeiro período, Nicholas Latifi, a bordo do novo Williams FW43, empurrado pelo motor Mercedes, teve de parar o carro na entrada do pit-lane, também com problemas na unidade de potência.
 
Em termos de quilometragem registrada em Barcelona, os carros empurrados por motor Mercedes — além da equipe de fábrica, Williams e Racing Point — completaram um total de 1.189 voltas, ligeiramente à frente dos motores Ferrari — que também empurra sua equipe própria, além de Haas e Alfa Romeo —, que deu 1.094 voltas. A Honda, fornecedora da Red Bull e AlphaTauri, completou 855 giros, contra 803 dos motores Renault que equipam a escuderia francesa e também a McLaren.
 
Com a temporada tendo um total de 22 GPs — levando em conta que o GP da China não foi definitivamente cancelado —, cada carro vai ter um limite de três motores — e seus respectivos componentes — para usar em 2020, com punição prevista com perda de posições no grid caso tal limite seja excedido.
 
O GRANDE PRÊMIO cobre AO VIVO, em TEMPO REAL e ‘in loco’ os testes de pré-temporada da F1 em Barcelona com o repórter Vitor Fazio. Siga tudo aqui.

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