Promotor do GP do Brasil destaca contrato vigente da F1 com Interlagos, mas revela desejo do Rio de Janeiro por prova

Tamas Rohonyi, promotor do GP do Brasil, frisa que a situação da corrida não deve mudar até 2020, quando o contrato vigente de Interlagos com a F1 se encerra. Rohonyi também revelou que o Rio de Janeiro tem um desejo antigo de voltar a receber a categoria, algo que não acontece desde 1989

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O futuro do GP do Brasil e do autódromo de Interlagos é alvo de questionamentos frequentes. Desde a época de Bernie Ecclestone no comando da F1, a corrida passou a ser frequentemente ameaçada. O projeto de privatização do circuito, ideia de João Doria, prefeito de São Paulo, colocou um novo tempero no debate sobre o que os próximos anos reservam. De um jeito ou de outro, uma coisa parece concreta: o desejo de cumprir o contrato vigente de Interlagos com a categoria, que vai até 2020.

 
Quem assegura a continuidade da corrida é Tamas Rohonyi, promotor do GP do Brasil. Mas Rohonyi pondera: a situação deve mudar tão logo o contrato atual se encerre.
 
“Nós temos um contrato com a prefeitura até 2020. Aí não tem nada que possa ser modificado. Agora, depois de 2020, se houver de fato a privatização, aí depende do novo proprietário, do novo concessionário”, disse Rohonyi, em entrevista acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO.
Interlagos deve seguir na F1 pelo menos até 2020 (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

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O promotor também relatou mais conversas com o prefeito Doria, indicando novos capítulos na negociação sobre a possível privatização de Interlagos.
 
“Conversamos com o prefeito e com a pessoa responsável pelo projeto de privatizações. E ficou claro que a decisão do João Doria é de que quem adquirir o direito de explorar a área do autódromo tem a obrigação de cumprir todas as determinações da prefeitura para com o GP, conforme especificado no contrato existente. É o único autódromo internacional, com a chamada Licença 1, do Brasil. E acho que o prefeito entendeu que perder esse autódromo seria o fim do automobilismo no país”, apontou o promotor.
 
Mesmo que a situação em São Paulo piore, o GP do Brasil ainda tem outro pretendente de longa data. Rohonyi revelou o desejo antigo da prefeitura do Rio de Janeiro de voltar a receber a F1, algo que não acontece desde 1989. 
 
“O prefeito do Rio [de Janeiro], todos os prefeitos do Rio nos últimos 20 anos, pedem para a gente [GP do Brasil] voltar para lá. E há 20 anos nós temos contratos em São Paulo. Então não surgiu nem a oportunidade para discutir o assunto. Se surgir, certamente conversaremos”, explicou. A cidade carioca recebia as corrida de F1 no autódromo de Jacarepaguá, demolido por conta de obras para as Olimpíadas de 2016.
 
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