F1

Räikkönen exalta “transição fácil” e fala em bom trabalho na Alfa Romeo: “Tudo está correndo bem”

Kimi Räikkönen mostrou ter se adaptado bem na Alfa Romeo. De casa nova em 2019, o finlandês ressaltou que a transição para a nova equipe tem sido fácil, exaltando também a estrutura e bom trabalho do time
Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Kimi Räikkönen mostrou ter se adaptado rapidamente à Alfa Romeo. Defendendo a equipe na temporada 2019, o piloto reconheceu que a mudança foi relativamente fácil, exaltando a estrutura do time.
 
O atual campeonato representa um novo desafio para o finlandês. Após sua segunda passagem pela Ferrari, onde ficou por cinco temporadas, o 'Homem de Gelo' agora tem o papel de assumir a liderança em termos de experiência da nova Alfa Romeo, sucessora da Sauber, pela qual assinou contrato de dois anos.
 
O campeão mundial de 2007, então, tem encarado bem todo o processo até o momento. “É uma equipe diferente, mas não penso se é melhor ou pior. Temos trabalhado há um tempo e tudo está bem. É uma maneira bem normal [de trabalho]”, explicou.
Kimi Räikkönen (Foto: Alfa Romeo)
“Quando estou pilotando, não sinto nada diferente. Há sempre uma dúvida sobre mudar de equipe. Pode ser difícil ir e fazer as coisas da maneira que você gosta, mas até o momento tem sido uma transição fácil”, seguiu.
 
“É um ótimo grupo de pessoas. Não é tão grande quanto minhas equipes anteriores, mas são boas pessoas e tudo está correndo bem”, completou o finlandês, que já defendeu antes McLaren e a Ferrari antes de voltar às origens e regressar à Sauber, antecessora da Alfa Romeo na F1..
 
Räikkönen ainda ressaltou que vai ficar bastante ocupado em seus dois últimos dias de testes pré-temporada. “Contanto que façamos o máximo que pudermos, então não tenho dúvidas de que o resultado vai vir”.
 
“Qual vai ser o resultado final, é impossível de dizer. Ver o quão bem eles estão trabalhando no carro, e o que produzimos durante o inverno, parece que se encaixa com nossas expectativas. Não há uma ideia para onde isso vai nos levar. Ninguém sabe, após os testes, onde estão todos”, encerrou o veterano de 39 anos.