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F1

Red Bull se sente em “boa posição” para ameaçar Mercedes na F1 em 2020

A Mercedes reina na Fórmula 1 desde 2014, mas pode ganhar uma nova adversária de peso. O chefe da Red Bull, Christian Horner, acredita que o desenvolvimento do RB16 é empolgante a ponto de permitir uma briga “de igual para igual”

Grande Prêmio / Redação GP, de Berlim
A Red Bull talvez tenha em 2020 a grande chance de incomodar a Mercedes na luta por vitórias e título na Fórmula 1. O chefe de equipe Christian Horner, animado com o desenvolvimento do novo RB16, sente que pode corrigir detalhes que ficaram faltando em 2019, virando uma candidata ao posto de surpresa na nova temporada.
 
“Nós mudamos nossa filosofia para esse ano, começando muito cedo [a desenvolver o carro]”, disse Horner, questionado durante evento da Red Bull. “Com a estabilidade do regulamento, fica claro que o RB16 vai ser praticamente uma atualização, uma evolução do RB15. O foco é corrigir alguns dos pontos fracos e consolidar os pontos fortes. Com essa continuidade, a equipe está ansiosa para ir de igual para igual, principalmente contra a Mercedes, e os desafiar”, apontou.
A Red Bull se sente capaz de ao menos ameaçar a Mercedes (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
A Red Bull soma quatro títulos na F1, mas nenhum deles veio na era híbrida. De 2014 para cá, só deu Mercedes em anos de domínio marcante. A equipe de Milton Keynes, mesmo vencendo com relativa frequência, nunca voltou a ter chances reais de título. Um novo panorama em 2020 seria um verdadeiro alento antes da mudança drástica de regulamento de 2021.
 
“Acho que estamos em uma boa posição para lutar contra eles nessa temporada, mas não podemos esquecer que eles são os campeões vigentes. Eles vão para a temporada como favoritos, essencialmente. Vamos em busca de usar todas as lições que aprendemos no último ano para brigar contra Mercedes e Ferrari”, encerrou.
 
Max Verstappen foi o terceiro colocado no Mundial de Pilotos, superando a dupla da Ferrari e ficando atrás somente da da Mercedes. A falta de resultados com o segundo pilotos da Red Bull, primeiro Pierre Gasly e depois Alexander Albon, entretanto, significou um novo terceiro lugar no Mundial de Construtores.
 

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