Red Bull vê lockdown difícil na Hungria, mas entende: “Sabíamos das condições para correr”

Christian Horner vê as restrições impostas em Budapeste difíceis de encarar, mas um mal necessário para que se possa correr a temporada 2020

A retomada do automobilismo requer certos sacrifícios por parte de pilotos e equipes, e a Fórmula 1 vive a situação bastante de perto. Até que Christian Horner, chefe da Red Bull, apontou que o lockdown que a categoria vai encarar em Budapeste vai ser difícil de lidar.

A Hungria mostrou tolerância zero com qualquer um que furar a quarentena durante a semana da etapa. O governo do país já deixou avisado que competidores e funcionários devem permanecer ou no Hungaroring ou no hotel, podendo multar e até mesmo prender quem furar as imposições.

“É difícil para eles. Mas acabamos de passar três meses trancados em casa e foi uma das condições que sabíamos que potencialmente seria aplicada para o retorno das corridas. Dada a opção de estar nessa condição ou não voltar a correr, acredito que todos fizeram sua escolha”, disse o dirigente.

Christian Horner vê o grid invertido como boa ideia para 2020 (Foto AP)

“Não é ideal, mas são tempos sem precedentes e é apenas uma semana de nossa vida. A situação global parece melhorar com mais corridas anunciadas. E a Hungria é uma pista que gostamos e esperamos que podemos nos sair bem”, completou o inglês.

Günther Steiner, da Haas, concordou com as palavras de Horner. “Sei que não é algo que se quer ouvir, que não pode sair. Mas é uma corrida e acho que podemos ficar felizes que podemos correr aqui. Devemos respeitar suas regras, é o que dizem para fazer. Então não vejo problema nisso.”

Entre as duas etapas da Áustria, Charles Leclerc e Valtteri Bottas voltaram para suas casas em Mônaco. Posteriormente, a dupla recebeu um comunicado da FIA chamando suas atenções. Nessa semana, o finlandês mais uma vez voltou ao principado antes da prova na Hungria.

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