Ricciardo agradece a mecânicos da Red Bull por escapar do fim do grid na China. E diz que “Mercedes está ao nosso alcance”

Daniel Ricciardo teve um sábado de emoções mistas em Xangai. Pela manhã, foi surpreendido pela quebra do motor Renault durante o terceiro treino livre. Os mecânicos da Red Bull tiveram cerca de duas horas para efetuar a troca da unidade motriz num processo muito complicado. Mas deu certo. O australiano conseguiu acelerar na classificação e garantiu o sexto lugar do grid do GP da China

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O sábado (14) para Daniel Ricciardo em Xangai não foi exatamente da forma como o piloto gostaria. Sobretudo pela manhã, quando teve de ver seu motor Renault (Tag Heuer) ir pelos ares durante o terceiro treino livre, onde conseguiu completar apenas quatro voltas. A Red Bull teve de correr contra o tempo para conseguir trocar a unidade motriz e deixar o carro #3 pronto para o treino classificatório. O trabalho “milagroso”, assim definido por Christian Horner, chefe da equipe taurina, deu muito certo. Daniel vai largar em sexto lugar neste domingo na China.

 
Horas depois do sorrido dar lugar a um ar de preocupação com a perspectiva real de ter de largar em último caso não conseguisse classificar, Ricciardo demonstrou alívio e o habitual bom humor após o treino classificatório desta tarde.
 
“Guardei os agradecimentos para depois do treino”, brincou o piloto em entrevista à emissora Sky Sports pouco depois da sessão. “Sexto no grid, é sexto, ou seja lá o que for, mas os mecânicos devem estar festejando. Eles fizeram um grande trabalho”, agradeceu.
Daniel Ricciardo conseguiu dar a volta por cima e vai largar em sexto (Foto: Getty Images/Red Bull Content Pool)
Horner rasgou elogios ao trabalho eito pelos mecânicos da Red Bull. Mesmo os funcionários destacados para cuidar do carro de Max Verstappen também trabalharam no processo de troca da unidade motriz do carro do australiano. O dirigente também destacou a postura de Ricciardo, que se mostrou calmo durante todo o processo.
 
“Deu muito trabalho para montar o motor e também para colocá-lo no carro. Ver também os mecânicos de Max mergulhar onde e quando eles puderam… é disso que se trata ser uma equipe. Esse foi o maior resultado da classificação para nós, conseguir esse feito”, comentou o britânico.
 
“Os pneus estavam muito frios no pit-lane porque eles foram instalados muito cedo no carro. Ainda foi preciso fazer algum tipo de checagem no câmbio. Mas a partir disso, ele conseguiu se acalmar e entrar rapidamente no ritmo de classificação”, ponderou.
 
Ricciardo reconheceu o trabalho dos mecânicos ao ajudá-lo a dar a volta por cima após uma manhã cheia de contratempos. “O que aconteceu nesta manhã está fora do alcance deles. Não é porque eles não apertaram um parafuso. Mas então toda a pressão ficou em cima deles para fazer uma troca de motor em duas horas”.
 
“Sou grato por ter uma boa equipe e conseguimos. Sexto lugar é certamente muito melhor do que sair do fim do grid em 20º”, comemorou o piloto, aliviado por estar numa boa posição para a corrida. Para o domingo, sua expectativa é até de lutar por um lugar no pódio. A esperança do sorridente australiano está em ver a Red Bull lutando no mesmo patamar da Mercedes. Ao menos no começo da corrida, a Red Bull vai ter uma ligeira vantagem. Tanto Max quanto Ricciardo vão largar com os pneus ultramacios, enquanto os carros da Ferrari e Mercedes vão partir com os macios.
 

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“A Ferrari teve um bom ritmo durante todo o fim de semana. Não posso dizer sinceramente agora que temos ritmo para amanhã, mas a Mercedes está ao nosso alcance. Na minha mente, ainda há um lugar no pódio, então vamos tentar alcançar isso”, concluiu.

 
A largada do GP da China acontece neste domingo às 3h (horário de Brasília). O GRANDE PRÊMIO acompanha AO VIVO e em TEMPO REAL todo o fim de semana da terceira etapa da temporada 2018 do Mundial de F1.
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