Ricciardo avalia que Mercedes ainda é forte, mas aponta “sinais de fraqueza” na temporada 2018

A Mercedes está imponente como nos últimos quatro anos. Essa é a opinião de Daniel Ricciardo, que vê uma Mercedes mais vulnerável nesta temporada. O australiano ressaltou a força da esquadra, mas declarou que o domínio já não é mais absoluto

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Daniel Ricciardo acredita que a Mercedes está mais vulnerável nesta temporada em relação às anteriores. Mesmo ainda sendo a equipe a ser batida no grid, o australiano observa alguns sinais de fraqueza apresentados ao longo da primeira metade de 2018.
 
O time de Brackley, que conquistou todos os títulos de pilotos e construtores desde 2014, sofreu um abandono duplo na Áustria, o que permitiu que Sebastian Vettel recuperasse a liderança, agora com 8 pontos de diferença para o inglês. A prova em Spielberg marcou, também, um fator pouco visto na Mercedes durante as últimas temporadas: falha na estratégia. A esquadra errou quanto ao momento de parada de Lewis Hamilton, que sofreria uma quebra na reta final da prova. Em Silverstone, no GP da Inglaterra, a equipe italiana também levou a melhor sobre a alemã. Esses acontecimentos levaram Ricciardo a cravar que os prateados não está tão forte assim.

"Eles não são tão dominantes quanto nos últimos anos. Isso, inevitavelmente, iria acontecer em algum momento. Eu ainda acho que eles são a equipe mais difícil de superar no grid, mas mostraram alguns sinais de fraqueza em algumas áreas. Em comparação com a forma como já estiveram, sim, eles parecem vulneráveis, mas como um todo ainda são uma equipe forte e difícil de vencer", afirmou o australiano em entrevista publicada no ‘Autosport’. 
Mercedes é, hoje, a segunda colocada no Mundial de Construtores, atrás da Ferrari (Foto: Twitter/Reprodução)
Com duas vitórias no campeonato, Ricciardo acredita que a Red Bull ainda vai ter sucesso no ano, mas que a falta de ritmo já o deixou fora da busca pelo título, que corre essencialmente entre Vettel e Hamilton, ambos tetracampeões da F1. O piloto taurino espera, porém, que circuitos como Hungaroring e Marina Bay sejam favoráveis por conta da boa relação do carro com essas pistas. 
 
"Eu ainda não acho que temos o ritmo real todo fim de semana para nos convencer de que podemos estar lá [na luta pelo título]. Eu acho que Max e eu provavelmente levamos muitos pontos longe um do outro. Lewis e Seb estão fazendo todos as vitórias lá [na Mercedes e na Ferrari]. Somos bons o suficiente para ganhar mais corridas. Precisamos encontrar um pouco para estar mais em pista. Espero que sejamos rápidos onde esperamos ser rápidos. Se chegarmos em quinto e sexto lugar em Budapeste, provavelmente ficaremos muito chateados", finalizou.
 

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