Rosberg diz que “experiência horrível” em 2015 nos EUA marcou início da arrancada rumo ao título da F1

A dura derrota e a perda do título para Lewis Hamilton na temporada passada no GP dos Estados Unidos acabou representando um marco para Nico Rosberg. A partir da corrida seguinte, o GP do México, o alemão emendou uma série de sete vitórias consecutivas, sendo as quatro primeiras neste ano, o que foi decisivo para fazê-lo alcançar seu primeiro título mundial

 

A história do esporte mostra que, às vezes, uma dura derrota pode ser o ponto de partida para uma grande vitória. Foi o que aconteceu, por exemplo, com Nico Rosberg. Hoje coroado como o novo campeão mundial de F1, o alemão amargou um duríssimo revés há pouco mais de um ano, quando liderou praticamente todo o GP dos Estados Unidos, mas cometeu um erro crucial no fim da prova e permitiu a vitória de Lewis Hamilton em Austin. Não foi uma mera vitória. Com o triunfo, o britânico conquistou o tricampeonato, adiando o sonho de Nico em mais um ano.

 
“Foi uma experiência horrível para mim perder o título contra Lewis da forma como foi e o que fiz naquele dia”, comentou Rosberg em entrevista veiculada nesta semana por meio do seu canal no YouTube. 
 
“Fiquei dois dias sozinho, pensando nisso. Estou orgulhoso por poder sair sempre de momentos difíceis sendo mais forte. Consegui me sair bem e estou orgulhoso disso. Depois deste GP, venci sete corridas consecutivas, e isso definitivamente foi o início deste título”, salientou o alemão.

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Antes de ser campeão em Abu Dhabi, Rosberg teve de amargar um duro revés ano passado nos EUA (Foto: Reprodução/Twitter)
A partir do próximo GP, ocorrido no México, Rosberg venceu as três últimas provas de 2015 — além do México, triunfou no GP do Brasil e em Abu Dhabi — e deu um passo fundamental para o título com uma grande arrancada em 2016 ao conquistar as quatro primeiras corridas do ano: Austrália, Bahrein, China e Rússia, quando teve a chance de abrir nada menos que 43 pontos para Hamilton.
 
Lewis chegou a reagir e terminou o primeiro semestre 19 pontos à frente do rival. Mas Rosberg conseguiu virar o jogo, tirando proveito também dos azares de Hamilton, que teve na quebra do motor do seu carro na Malásia outro duro revés. 
 
“Dei tudo de mim neste ano. Não houve uma pedra deixada no caminho. Com comprometimento e determinação, me converti em um piloto melhor”, comentou o novo campeão do mundo.
 
Depois da quebra de Hamilton na Malásia, o britânico acabou cometendo um erro na largada do GP do Japão e permitiu que Rosberg não tivesse adversários na luta pela vitória. A partir de então, o alemão já se considerava com a mão na taça.

“O momento decisivo para mim foi Suzuka, quando de repente cheguei a uma vantagem de 33 pontos que me deixava com o título nas mãos. Perdê-lo dependia de mim, porque três segundos lugares e um terceiro eram o bastante para chegar lá. Aí comecei a sentir a pressão porque tinha uma chance real de ser campeão”, lembrou o piloto da Mercedes.

 
No fim das contas, mesmo com Hamilton vencendo as quatro últimas corridas do ano — Estados Unidos, México, Brasil e Abu Dhabi —, Rosberg conseguiu terminar na frente ao ser segundo lugar em todas as provas, fechando 2016 com cinco pontos à frente do rival. Nico reconhece que não foi tarefa fácil assegurar o título em meio a tanta pressão.
 
“Acho que foi o melhor Lewis porque, além de ter menos pressão, ele estava mais decidido e motivado entre todos, trabalhando mais duro do que nunca. Foi difícil vencê-lo nessas circunstâncias”, concluiu o alemão.
 
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