Sainz vê Renault “de volta à realidade” após GP do México e aponta dificuldades em curvas de Interlagos

A Renault não teve uma boa sexta-feira de treinos livres em Interlagos. Se Nico Hülkenberg bateu no TL2, Carlos Sainz não passou do 11° lugar na sessão vespertina. E o espanhol analisou os pontos fracos que encontrou no carro

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O dia da Renault não foi dos mais positivos nesta sexta-feira (9) em Interlagos. Nico Hülkenberg bateu no TL2, e Carlos Sainz teve como melhor posição o 11° lugar na mesma sessão. 

O espanhol, então, analisou o ocorrido ao final da tarde, em entrevista acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO. E apontou detalhes da pista de Interlagos que não são positivos para a equipe francesa – principalmente a dificuldade com as curvas altas e longas do circuito.

"Não temos tantos problemas com pneus, mas sabemos que eles ainda virão. Mas foi uma volta à realidade (em comparação com o GP do México) e não há muito mais o que dizer. Sei onde o carro vai bem e onde vai mal", afirmou Sainz.

Para ele, curvas como a do S e a do Café são as mais complicadas para o carro da Renault. No México, o circuito tem curvas mais curtas e baixas, ideais para o time francês.

Carlos Sainz (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

De qualquer forma, ele tentou se manter positivo: "Foi uma sexta-feira intensa. Agora que não mudamos nenhuma parte do carro podemos nos concentrar um pouco mais na parte aerodinâmica, mecânica, estamos mais prontos. Foi um dia produtivo em termos de testes para melhorar o carro."

Por fim, ele comentou sobre as expectativas para o treino de classificação: "Não me importaria em ser 11° no grid, acho que seria uma boa posição, no momento estamos nessa posição em termos de velocidade", finalizou.

GRANDE PRÊMIO cobre ‘in loco’ o GP do Brasil de F1 com os repórteres Evelyn Guimarães, Felipe Noronha, Fernando Silva, Gabriel Curty, Juliana Tesser, Nathalia De Vivo e Pedro Henrique Marum, e o fotógrafo Rodrigo Berton. Acompanhe tudo aqui.

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