Sem sequer ameaçar brigar pelo pódio, Hamilton diz que “tinha a corrida em mãos” em Cingapura

Lewis Hamilton atravessava o pior fim de semana da Mercedes em 2015 e tinha dificuldades até para ameaçar os três primeiros colocados. Mas isso não o impede de acreditar que teria boas chances de vitória – não fosse a crônica perda de potência na metade da prova, que culminou no primeiro abandono da temporada

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A Mercedes estava irreconhecível no GP de Cingapura deste domingo (20). Depois de dominar a grande maioria das provas de 2015, a equipe alemã mergulhou na falta de ritmo e nos problemas mecânicos. Sempre longe dos ponteiros, a equipe assistiu a terceira vitória de Sebastian Vettel no ano.

 
Apesar disso, Lewis Hamilton acredita que o ritmo de corrida não estava de todo ruim. O líder do campeonato, que não ocupava nem as posições de pódio, pensa que poderia se recuperar na segunda metade da prova. Isso até que seu bólido começou a apresentar uma perda de potência crônica.
Hamilton, apesar do abandono e da falta de ritmo, diz ter sonhado com a vitória (Foto: AP)
“Eu estava ficando super otimista. Os caras na minha frente estavam com os supermacios e eu estava acompanhando com os macios. Pensei que tinha a corrida nas mãos. Quando fui atacar, perdi potência. Esperava que houvesse um conserto rápido, mas não houve, e foi isso”, lamentou Hamilton.
 
“Quando fui ultrapassado pelas Marussia, estava em último, sabia que a vitória estava fora de cogitação. E que com elas abrindo em relação a mim, os pontos estavam fora de cogitação”, continuou.
 
Mas o primeiro abandono de 2015 não é suficiente para abalar Hamilton. O bicampeão destaca que, apesar dos pesares, a equipe toda deu o seu melhor no GP noturno.
 
“Eu vim para cá cedo, treinei, guiei da melhor forma que pude, trabalhei com a equipe. Acho que nós todos fizemos um bom trabalho. As últimas corridas é que não foram as mais fáceis para a gente”, completou.
 
Apesar do abandono, Hamilton segue líder do campeonato. E com sobras. A vantagem sobre Nico Rosberg, vice, é de 41 pontos. Com seis provas para o fim da temporada, é difícil acreditar que a situação se reverterá.

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