Stroll chega à F1 e faz maior preparação de um piloto em mais de duas décadas. Tudo com a grana do pai
Lance Stroll vai desembarcar na F1 com uma preparação prévia pouco vista na categoria nos últimos 20 anos. Bancado pelo pai, o jovem canadense seguiu um intenso programa de testes que incluiu sessões em Silverstone, Budapeste e no Red Bull Ring
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A Williams deixou o anúncio da contratação de Lance Stroll para o lugar de Felipe Massa na temporada 2017 da F1 para o último dia de 3 de novembro, apenas seis dias depois do aniversário de 18 anos do canadense. E Stroll desembarca na maior das categorias credenciado pelo título dominante da F3 Europeia neste ano e também por conta de um fortíssimo apoio financeiro, vindo do pai milionário, Lawrence, que construiu a vida em negócios no ramo da moda. Lance agora vai substituir Max Verstappen como piloto mais jovem do grid. Mas, ao contrário do arrojado holandês da Red Bull, Stroll deve chegar ainda melhor preparado ao Mundial.

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O piloto andou em um Williams FW36 de 2014, para ter condições realistas. A equipe inglesa ainda forneceu um time de testes com 20 pessoas, além dos funcionários de Mercedes, que foram designados para cuidar apenas do motor. Em Brixworth, foram montados dois novos motores de 2014, enquanto a Pirelli entregou compostos duros, médios e macios. Pneus especialmente fabricados para configurações mais antigas dos carros de F1.
De fato, pode-se dizer que a preparação de Stroll é maior de um piloto em mais de duas décadas. E bem semelhante ao que o compatriota enfrentou antes da estreia na F1 em 1996, quando foi contratado curiosamente pela mesma Williams depois do título na Indy, um ano antes. Depois de fechar o acordo com os ingleses, Villeneuve também embarcou em uma série de testes, que tinham como objetivo fazê-lo conhecer a maior parte dos circuitos, além do próprio carro.
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