Stroll diz que processo de adaptação na Racing Point continua e coloca culpa da falta de pontos em “azar”

Lance Stroll só anotou quatro pontos até aqui em 2019, contra 13 de Sergio Pérez, companheiro de Racing Point. Marca baixa, mas segundo o canadense é tudo questão de "azar" e "variação de desempenho do carro" nas pistas do Mundial

A Racing Point anotou, após seis corridas na F1 em 2019, apenas 17 pontos, ficando em quinto no Mundial de Construtores até o momento. A distância para a McLaren já é de 13 pontos, mas poderia ser menor, se Lance Stroll conquistasse posições melhores, como Sergio Pérez tem conseguido.

O canasdense é dono de apenas quatro de tais 17 pontos, deixando os outros 13 para o mexicano. Mas, para Stroll, a culpa não é dele – e, sim, de fatores impossíveis de controlar.

"A razão para esse começo ruim? Tivemos muito azar. E, além disso, ainda estou me adaptando à equipe", declarou ao jornal 'La Presse'.

Lance Stroll (Foto: Racing Point)

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"Nossas atuações variam muito de um circuito ao outro, em algumas pistas andamos mais na frente e em outras estamos muito atrás. Por isso está tudo tão apertado no meio do grid", seguiu.

Para Stroll, a briga da Racing Point é neste trecho do grid e o fato de que mesmo sem tantos pontos conquistados por ele a equipe segue perto da McLaren mostra que estão no caminho certo.

"Não estamos tão longe. Ainda não completamos o primeiro terço da temporada, é um ano muito longo. O carro não esteve bem na Espanha, pior do que esperávamos. Mas acho que por causa das características do circuito. No Canadá devemos estar mais próximos de nsso nível real."

"Ainda podemos brigar pelo quarto lugar no Mundial, tudo está muito apertado. Quando tivermos um carro competitivo, podemos aspirar alcançar grandes resultados", finalizou o canadense.

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