Stroll se diz chocado com passo atrás da Williams e vê chance improvável de repetir Q3 em Xangai: “Não sou estúpido”

Lance Stroll ainda tenta entender a queda vertiginosa de performance da Williams na temporada 2018. De uma equipe do meio do grid e figurando com frequência na zona de pontuação, a lendária equipe britânica frequentou a rabeira do último GP do Bahrein. O canadense viu um enorme passo atrás considerando que a melhor volta obtida pelo time no último fim de semana foi 0s4 mais lenta em relação ao ano passado

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Se no seu ano de estreia na F1 Lance Stroll contou com um carro razoável nas mãos e capaz de ajudá-lo a pontuar em sete dos 20 GPs de 2017, nesta temporada o canadense sofre com a enorme falta de competitividade apresentada pelo Williams FW41 que, até agora, andou para trás. No Bahrein, por exemplo, o jovem de 19 anos largou na última posição ao marcar 1min31s503. Mesmo contando com um carro calçado por pneus mais rápidos, Stroll virou quase 0s4 mais lento do que em 2017, quando obteve o 12º lugar no grid de largada ao registrar 1min31s168. Um déficit que deixou Lance chocado.

 
“Há muitas coisas para resolver. Estamos longe de onde queremos estar. Há muito o que resolver, com certeza. No Bahrein, foi chocante ver o quanto andamos para trás. Fomos 0s4 mais lentos do que no ano passado. Estávamos perdendo tempo nas retas. Nós não melhoramos. Melhoramos um pouco nas curvas, mas nem perto do que esperávamos”, disse o dono do carro #18 em entrevista coletiva nesta quinta-feira (12) em Xangai, palco do GP da China neste fim de semana.
 
“Mas na Austrália melhoramos um pouco o tempo de volta em relação ao ano passado, quando o Felipe Massa esteve no Q3. É um pouco de altos e baixos, mas ainda é cedo. Ainda há 19 corridas pela frente e há muito mais para entender e analisar antes de chegarmos a uma conclusão”, salientou.
Lance Stroll se mostrou frustrado e chocado com a falta de rendimento da Williams no Bahrein (Foto: Williams F1)
Stroll ressaltou que a Williams teve uma performance decente no treino classificatório do ano passado em Xangai, com Massa marcando a sexta posição, enquanto o jovem canadense passou ao Q3 pela primeira vez e largou em décimo. Apesar de querer se manter positivo sobre o fim de semana na China, Lance sabe que é bastante improvável repetir o rendimento de 2017.
 
“Ano passado nós fomos bem competitivos aqui. Nós dois passamos para o Q3, então gostaria de imaginar que é isso é algo positivo vindo para cá neste ano. Mas, ao mesmo tempo, não sou estúpido, sei que os outros deram passos enormes em frente na comparação com um ano atrás, não apenas quanto ao desempenho do carro, mas também do motor. Em todas as áreas, é uma categoria completamente diferente, em termos de nível de competição, do que era há 12 meses”, analisou.
 
“Sei disso. Mas, ainda assim, se pudéssemos fazer isso de novo, o que sempre gosto de pensar que é possível, seria ótimo. É um circuito novo, com condições distintas — no Bahrein tudo é um pouco distinto —, então vamos ver”, ponderou.
 
Lance lamentou também o intervalo de apenas uma semana entre os GPs do Bahrein e da China, o que impede que a Williams possa trazer grandes atualizações para melhorar o FW41.
 

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“Obviamente, o carro não voltou para a Europa e forma apenas alguns dias entre o Bahrein e esta corrida, então não é um segredo que estamos em cima da hora para fazer grandes mudanças. Mas mesmo assim não paramos de analisar nossos problemas e pensar em soluções. Temos uma reunião de performance nesta tarde e vamos ver que tipo de mudanças vamos fazer, seja de acerto, atualizações provavelmente não vão ser nada de muito destaque, mas esperamos poder destravar um pouco do nosso potencial”, finalizou.

 
O GRANDE PRÊMIO acompanha AO VIVO e em TEMPO REAL todo o fim de semana do GP da China, terceira etapa da temporada 2018 do Mundial de F1.
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