Torcedor da McLaren desde Era Senna, novo diretor-executivo coloca patrocínio-máster como prioridade

Zak Brown, novo diretor-executivo da McLaren, se disse um velho torcedor da equipe. Para ele, a McLaren "é Era Senna, depois Era Häkkinen". Agora, podendo realizar o que afirmou ser um sonho, terá pela frente desafios: o primeiro, recuperar um patrocinador-máster, algo que a equipe não tem desde a saída da Vodafone, em 2013. Com Éric Boullier e Jost Capito dando as cartas na pista, ele vai ter de trabalhar o executivo. E garante: mudanças acontecerão

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Um dia depois de ser confirmado como o novo diretor-executivo do McLaren Technology Group para a temporada 2017 e adiante, Zak Brown começa a expressar o que conhece e como pretende abordar seu começo de trabalho no time de Woking. Próximo a Ron Dennis, torcedor da McLaren na Era Senna e especialista em patrocínios, Brown é a figura que a McLaren gostaria para seguir sua reconstrução.

 

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Em entrevista concedida à revista inglesa 'Autosport', Brown revelou que era torcedor da McLaren quando adolescente, uma época em que Dennis chefiava Ayrton Senna e depois, já adulto, quando o time dava as ordens na F1 com Mike Häkkinen. O executivo trata seu papel na McLaren como algo de sonhos e não quer tentar apagar a imagem que Dennis criou em seus mais de 35 anos à frente do time. Pelo contrário: quer ter Ron ao seu lado, já que ele segue como acionista da companhia.

 
"É uma oportunidade de entender o meu time dos sonhos de quando eu era jovem. Para mim, a McLaren é a Era Senna, depois a Era Häkkinen. Sempre foi o meu time favorito. Muita gente aqui fez bastante coisa da vida na última década. É uma grande oportunidade de ajudar no caminho de volta do que eu acho o melhor time da F1. A McLaren está claramente em crescimento, e estou animado com meu papel", disse. E seguiu: "Fora da F1, estou feliz com o que a McLaren tem feito no espaço automotivo. Ainda que não seja minha responsabilidade, as duas partes andam de mãos dadas para moldar a marca", declarou.
Zak Brown é o novo diretor-executivo do Grupo McLaren (Foto: McLaren)
"Sou próximo a Ron, o admiro muito e todo mundo sabe o que ele construiu aqui. Ele ainda é acionista e o CEO. Falei com ele recentemente e, como acionista, ele terá interesse em nosso sucesso. O que vai ser disso, eu não sei", afirmou.
 

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Uma das questões que correram a Zak foi qual será sua prioridade: financeira ou esportiva. Embora tenha usado um jogo de cintura para equalizar as duas partes, deixou claro que a parte da corrida será mais com o diretor de corridas Éric Boullier e o CEO da McLaren Racing Jost Capito.

 
"Éric Boullier e Jost Capito são os responsáveis pelas decisões finais no trato de tornar o carro rápido. Também precisamos contribuir para tornar a parte econômica melhor. Há muito espaço no carro da McLaren que precisa ser preenchido pelas principais marcas de luxo. Um patrocinador-máster te ajuda, mas não acho que devemos olhar só para ele e esquecer os outros", afirmou.
 
Voltou a focar no patrocínio-máster, que tratou como um conserto do qual o time precisa. "Claramente precisamos de um patrocinador-máster, então temos que nos tornar uma proposta mais atraente para os parceiros comerciais. E temos que avançar, porque há uma razão pela qual nós não estamos ganhando o quanto deveríamos. Isso precisa ser avaliado, mas não fiz essa identificação ainda", contou.
 
Ainda falando em negócios, disse que não apenas a McLaren, mas toda a F1 precisa ficar mais humilde em relação a acordos comerciais, visto o desempenho internacional recente da categoria.
 
"Acho que todos na F1 [precisam ser mais humildes], e gostaria de ver a McLaren sendo pioneira. Patrocínios são mais sofisticados que no passado na forma como os patrocinadores compram, são mais orientados por resultados e medidas. Precisamos de uma equipe que se adapte ao mercado de parceiros corporativos", avaliou.
Zak Brown (Foto: Reprodução)
Brown se recusou a pensar em limite de tempo para que crescimentos sejam notados na McLaren, mas admitiu que, uma vez que esteja confortável no cargo e conheça bem todo mundo, mudanças serão executadas. 
 
"Eu ainda nem comecei! Tem muito para aprender em qualquer negócio em que você começa, mas você tem que progredir o mais rápido possível. Houve bom progresso nos últimos 24 meses, mas não sei o bastante para começar a prever posições do grid. Temos é que voltar a vencer o mais rápido possível", falou. "Amo a cultura vencedora da McLaren, mas certamente quando eu me acostumar com tudo e tiver próximo ao pessoal, algumas coisas devem funcionar diferente. Isso deve sair soar com algo que a equipe de corrida e a marca devem ser."
 
Ainda tratou de outros projetos de automobilismo fora da F1. "Já estou trabalhando com a McLaren para ajustar o fornecimento de suprimentos eletrônicos para a Nascar. Temos o projeto GT e talvez Le Mans um dia", seguiu.
 
Por fim, rasgou elogios aos três pilotos da McLaren, Fernando Alonso, Stoffel Vandoorne e Jenson Button: que definiu como um alinhamento tão poderoso quanto qualquer outro na F1.
 
"Estou mega animado! Acho que temos um trio de pilotos incrível, dois campeões mundiais. O quão legal é isso? Não conheço Fernando, mas admiro muito o que ele alcançou – é um piloto incrível. Ele não deixa a desejar a ninguém por aí. Stoffel é um talento incrível, que mostrou isso no GP que fez sendo chamado às pressas. De novo, não o conheço bem, então ele é outra pessoa que eu preciso conhecer melhor. Jenson eu conheço e já trabalhei com ele, é um dos meus favoritos. A combinação dos três é um alinhamento de pilotos tão poderoso quanto qualquer um", fechou.
 
Brown inicia de fato na McLaren em dezembro.
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