Vettel deixa “pior corrida do ano” para trás e traça como meta para fim da temporada vencer no Brasil e em Abu Dhabi

Ainda com chances de lograr o vice-campeonato do Mundial de Pilotos em 2015, Sebastian Vettel vai para o tudo ou nada. A começar por este fim de semana, em São Paulo, onde o alemão tem boas lembranças dos tempos de Red Bull. Contudo, o tetracampeão salienta: “Não vai ser fácil”

Sebastian Vettel chega ao Brasil disposto a deixar para trás aquela que foi sua pior corrida na temporada. No GP do México, o tetracampeão esteve irreconhecível, cometeu muitos erros e acabou batendo, proporcionando a entrada do safety-car no Autódromo Hermanos Rodríguez. Mas para o piloto da Ferrari, tudo já ficou no passado. Seu foco agora está em terminar por cima a temporada, de preferência com duas vitórias no ano que marcou a reação da equipe de Maranello no Mundial de F1.
 
O retrospecto de Vettel em Interlagos é dos melhores. O alemão já venceu em 2010 e 2013 e no ano anterior comemorou seu tricampeonato diante do público brasileiro. Embora reconheça que terá uma missão espinhosa pela frente para bater as favoritas Mercedes, Vettel acredita que pode ser bem-sucedido em sua meta para o fim da sua primeira temporada pela Ferrari.
Vettel teve uma corrida para esquecer no México (Foto: Reprodução/Twitter)
“O México foi provavelmente minha pior corrida neste ano, mas ainda faltam duas corridas no calendário e diminuímos a distância para chegar ao topo. “Prometo que vamos dar tudo nas próximas corridas, e o objetivo é ficar o mais perto possível da ponta, inclusive estar à frente”, comentou o alemão.
 
“Faltam duas corridas para terminar, e podemos lograr duas potenciais vitórias, de modo que este é o nosso objetivo, em que pese que não será fácil”, reconheceu.
O tetracampeão almeja chegar ao topo do pódio nas duas últimas corridas que faltam para o fim da temporada (Foto: Ferrari)
Nesta temporada, Vettel venceu três vezes: os GPs da Malásia, Hungria e Cingapura. O alemão destacou o trabalho feito pela Ferrari para reduzir a diferença para a Mercedes, o que substancialmente aconteceu desde os treinos da pré-temporada na Espanha.
 
“A equipe tem feito um trabalho incrível durante toda a temporada para diminuir a diferença: há oito ou nove meses a diferença era algo em torno de 1s3, 1s4. Agora é 0s5 ou menos, de modo que estamos fazendo as coisas bem feitas”, comemoro.

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